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Mais de três centenas de empresas apoiadas pelo projeto EMERN-Q

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São 325 as empresas da região Norte que foram acompanhadas e apoiadas no âmbito do projeto EMERN-Q- Qualificação de Micro e Pequenas Empresas, iniciativa liderada pela In.Cubo (Baixa Densidade) e pelo Instituto Empresarial do Tâmega (Alta Densidade), que contaram com o apoio de várias Associações de Desenvolvimento Local (ADL´s).

Cerca de 50 por cento das empresas que participaram neste projeto procuraram essencialmente apoio no marketing e comunicação, para melhorarem os seus serviços e a forma como chegam aos seus clientes.

Estes dados foram apresentados no seminário de encerramento que decorreu na segunda-feira, 12 de dezembro, no Instituto Empresarial do Tâmega, onde foi destacado o sucesso deste segundo projeto e a importância que este tipo de apoios tem para as empresas e empreendedores da região.

O EMERN-Q- Qualificação de Micro e Pequenas Empresas teve início em abril de 2021 e termina este mês de dezembro. Contou com um investimento proveniente de fundos comunitários de mais de 700 mil euros para apoio às empresas.

Este projeto surgiu após a realização do EMER-N – Empreendedorismo em Meio Rural, que terminou em 2019, com 269 empresas criadas em toda a região Norte e 417 novos postos de trabalho, resultantes de um investimento global de 34 milhões de euros.

Para o coordenador geral da In.Cubo, Francisco Araújo, o número de empresas que continuam a recorrer a este tipo de projetos e programas de apoio, justifica que haja “cada vez mais investimento disponível para conseguir-se dar resposta às verdadeiras necessidades de quem luta para manter as empresas a funcionar”, face a todas as adversidades que enfrentam nos mercados atuais.

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Arcos de Valdevez abriu as portas da história nos Fortes do Extremo

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No âmbito das Jornadas Europeias da Arqueologia, o Espaço Valdevez promoveu, nos dias 12 e 14 de junho, a iniciativa “Na Rota do Arqueólogo: Visita aos Fortes do Extremo”, uma atividade que proporcionou aos participantes uma viagem pela história e pelo património arqueológico de Arcos de Valdevez.

A primeira visita realizou-se no dia 12 de junho e envolveu os alunos do 10.º ano de Humanidades do Agrupamento de Escolas de Valdevez. Acompanhados pelo arqueólogo municipal, os estudantes tiveram a oportunidade de contactar diretamente com importantes vestígios arqueológicos do concelho, numa experiência educativa em contexto real que complementou a aprendizagem desenvolvida em sala de aula.

Já no dia 14 de junho, a atividade abriu portas à comunidade, reunindo participantes de várias idades numa visita guiada pela arqueóloga Rebeca Blanco-Rotea, responsável pelas intervenções arqueológicas realizadas naquele local.

O percurso incluiu o Forte do Bragandelo e parte da trincheira que o ligava ao Forte da Pereira, estruturas de elevado valor histórico que integravam o antigo sistema defensivo da região. Ao longo da visita, os participantes puderam conhecer a evolução destes espaços, compreender a sua importância estratégica ao longo da história e descobrir alguns dos resultados das investigações arqueológicas desenvolvidas nos últimos anos.

As descobertas realizadas têm contribuído para aprofundar o conhecimento sobre este relevante conjunto patrimonial, que aguarda atualmente a sua classificação nacional por parte do Estado português.

Esta iniciativa integra a missão do Espaço Valdevez – História e Arqueologia, equipamento cultural municipal dedicado à investigação, valorização e divulgação do património arqueológico e histórico do concelho, promovendo a sua preservação e transmissão às gerações futuras.

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PS leva habitação e Campo do Trasladário ao debate na reunião de Câmara

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O Partido Socialista de Arcos de Valdevez enviou às redações uma nota de imprensa onde resume as intervenções dos seus eleitos na última reunião do executivo municipal, destacando preocupações relacionadas com a habitação no concelho e com o andamento da obra do Campo do Trasladário.

Segundo o documento, a vereadora Flávia Afonso centrou a sua intervenção na questão da habitação, considerando que, “apesar dos investimentos municipais destinados ao arrendamento apoiado e às famílias em situação de maior vulnerabilidade, continuam a faltar respostas para a classe média e para os jovens que pretendem viver e constituir família no concelho”.

Na nota, o PS refere que o aumento dos preços da habitação e do arrendamento tem dificultado o acesso à casa própria e ao mercado de arrendamento para muitas famílias arcuenses, defendendo a necessidade de acelerar projetos de habitação a custos controlados e de criar novas soluções destinadas à fixação de população.

Os socialistas questionaram ainda o executivo sobre o ponto de situação do projeto de habitação previsto para a zona de Casal Soeiro, bem como sobre as medidas concretas que o Município pretende implementar para aumentar a oferta habitacional acessível.

Em resposta, a vice-presidente da Câmara Municipal, Emília Cerdeira, que presidiu a reunião devido à ausência do presidente da autarquia, referiu que o Município se prepara para avançar com um projeto destinado à construção de cerca de uma centena de fogos a custos controlados.

Através da mesma nota, o Partido Socialista manifesta dúvidas relativamente à dimensão e ao estado de desenvolvimento das medidas anunciadas, considerando que a habitação deve assumir um papel prioritário nas políticas municipais, numa altura em que o acesso à habitação se tornou uma das principais preocupações de muitas famílias.

Já durante a intervenção do vereador Luís Ponte, o foco incidiu sobre a obra do Campo do Trasladário. O eleito socialista questionou o executivo sobre o custo atual da empreitada, os trabalhos complementares realizados, os atrasos registados e a previsão para a sua conclusão.

Na nota enviada às redações, os socialistas recordam que a empreitada foi consignada em abril de 2025 com um prazo de execução inicialmente previsto de cerca de 180 dias, considerando importante que sejam esclarecidos os motivos dos atrasos verificados.

Em resposta às questões colocadas, a vice-presidente Emília Cerdeira afirmou que a via deverá estar reaberta antes das festividades de São João.

As duas matérias marcaram parte significativa do período de intervenções políticas da última reunião de Câmara, ficando registadas as posições defendidas pelo Partido Socialista e os esclarecimentos prestados pelo executivo municipal.

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ARCOS DE VALDEVEZ PLANTA O FUTURO COM PROJETO-PILOTO DE SABUGUEIRO

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Arcos de Valdevez deu mais um passo na valorização do seu potencial agrícola e rural com a assinatura de um Memorando de Entendimento entre a Câmara Municipal, a Meridiano e a Cooperativa Agrícola de Arcos de Valdevez e Ponte da Barca, destinado à implementação de um projeto-piloto de pomar de sabugueiro no concelho.

A iniciativa pretende avaliar a adaptação desta cultura às condições edafoclimáticas locais, explorando simultaneamente o seu potencial económico, ambiental e produtivo. O objetivo passa por criar novas oportunidades para os produtores locais, diversificar a atividade agrícola e promover a valorização dos recursos endógenos do território.

Mais do que testar uma nova cultura, o projeto representa uma aposta na inovação e na procura de soluções capazes de fortalecer o setor agrícola local, incentivando a criação de novas fileiras produtivas e potenciando futuras oportunidades de transformação agroalimentar e desenvolvimento de produtos diferenciadores.

Através desta parceria, pretende-se também reforçar a ligação entre produtores, entidades técnicas e instituições, criando uma rede de cooperação orientada para o desenvolvimento sustentável e para a modernização da agricultura.

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