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Cultura

O carnaval em Arcos de Valdevez será ‘uma grande palhaçada”!

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Está tudo preparado para aquele que é considerado o maior e mais belo Carnaval transfronteiriço, o carnaval de Arcos de Valdevez, que este ano pretende bater recordes e conseguir, à semelhança daquilo que aconteceu há 20 anos atrás (2003), juntar o maior número de palhaços a desfilarem pelas ruas da vila.

Foi há 20 anos que Arcos de Valdevez conseguiu o feito de reunir, no seu desfile de carnaval, o maior número de palhaços (1226) a desfilarem, vestidos a rigor, pelas ruas do concelho. A Folia- Associação de Festas, desafia a todos aqueles que participaram no desfile naquele ano “e que muito provavelmente, ainda eram pequeninos, que possam vir este ano, vestidos também de palhaços, para reavivar as memórias daquele carnaval”, lançou Rui Aguiam, presidente da Folia.

A edição do carnaval 2023 em Arcos de Valdevez tem um programa recheado e até ao momento, estão inscritos 1200 participantes, dos quais 365, vindos da vizinha Galiza. O desfile está marcado para o próximo dia 21, às 15h00.

Este desfile do cortejo carnavalesco é o colmatar de vários dia de folia e festa, iniciando no dia 17 com o desfile com o Desfile da Pequenada em que as crianças dos estabelecimentos de ensino do concelho vão desfilar pela vila, a partir das 10 horas.

No domingo, dia 19, será realizado o Baile dos Fantasiados, com a participação dos ‘Musical Sound’ e na véspera do dia de carnaval será realizado, no Campo de Trasladário, o já tradicional ‘Baile de Máscaras’ que este ano tem mais de 1000€ em prémios que serão entregues, como de costume, às máscaras mais originais.

Para fechar a edição do carnaval 2023 em Arcos de Valdevez, será realizado o corso carnavalesco, dia 21, às 15h00, com a participação de mais de 1200 pessoas, com cinco carros alegóricos, concretamente o carro dos Reis do Carnaval, o das Tradições, o do ET, o de sátira política e o dos palhaços.

Um fim-de-semana cheio de folia e tradições!

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Cultura

Estamos a perder a capacidade de pensar? Novo livro deixa alerta inquietante

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Num mundo onde as notificações não param e os estímulos digitais dominam o dia a dia, surge um livro que promete abalar consciências e lançar um debate urgente sobre a forma como vivemos.

“Homo Reactivus: Consequências da Cibercultura para um Novo Mundo”, da autoria do investigador arcuense Pedro Rodrigues Costa, chega às livrarias com uma mensagem clara: estamos cada vez mais a substituir a ação pela reação — e isso pode ter consequências profundas na nossa sociedade.

A obra, publicada pela Edições Húmus, parte de uma ideia reforçada pelo World Happiness Report 2026: uma atitude ativa está diretamente ligada a maiores níveis de bem-estar. No entanto, a realidade atual parece seguir na direção oposta.

Vivemos numa era marcada por respostas rápidas, impulsivas e muitas vezes condicionadas por algoritmos, redes sociais e até inteligência artificial. Segundo o autor, esta “cultura da reatividade” está a moldar comportamentos e a limitar a capacidade crítica, autónoma e consciente dos indivíduos.

Mais do que uma simples análise, o livro levanta um alerta sério: quando as pessoas passam a viver sobretudo em modo de reação — frequentemente influenciadas por conteúdos pensados para consumo rápido ou manipulação — diminui o espaço para o pensamento profundo e para a ação intencional.

Entre os conceitos abordados, destaca-se o chamado “brain rot” (ou “podridão cerebral”), associado a um possível declínio cognitivo. O impacto pode estender-se a várias áreas da vida, desde a aprendizagem às relações sociais, levantando até a hipótese de um retrocesso civilizacional.

A obra analisa ainda o papel das plataformas digitais na captura de atenção e na criação de novas formas de poder — descritas como “psicopoder” — que influenciam comportamentos, opiniões e decisões à escala global.

Num tempo em que parar para pensar se tornou quase um luxo, este livro surge como um verdadeiro alerta — e, acima de tudo, como um desafio a voltar a assumir o controlo da nossa própria vida.

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Cultura

Sons de Vez 2026 traz grandes nomes da música portuguesa

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À porta de celebrar quase 25 anos de história, o Sons de Vez regressa em 2026 a Arcos de Valdevez com um cartaz fechado que reúne alguns dos maiores nomes da música portuguesa, reafirmando-se como o festival mais antigo dedicado exclusivamente à música feita em Portugal.

Reconhecido como um verdadeiro baluarte da cultura e da identidade sonora contemporânea, o Sons de Vez apresenta, nesta edição, oito datas e 14 projetos musicais, distribuídos por oito sábados, entre 7 de fevereiro e 28 de março, na Casa das Artes de Arcos de Valdevez.

A abertura do festival acontece a 7 de fevereiro, com o regresso de Tiago Bettencourt, uma referência incontornável da música nacional. A primeira parte do concerto estará a cargo do Rui Fernandes Quarteto, com destaque para a viola tradicional.

O mês de fevereiro prossegue a 14 de fevereiro com o ritmo irreverente dos Retimbrar, antecedidos por Homem em Catarse, que celebra dez anos de carreira. A 21 de fevereiro, o palco é ocupado pelo talento feminino de Milhanas, seguida da soul-pop de Daniela Galhoz. Fevereiro encerra, a 28, com A garota não e a estreia em Portugal da norte-americana Amy Rigby.

Em março, o Sons de Vez mantém o ritmo com mais seis propostas. A 7 de março sobe ao palco Carlão, seguindo-se, a 14 de março, a última digressão dos PAUS, acompanhados por MONCHMONCH. A 21 de março, os Best Youth regressam ao festival com novo trabalho, antecedidos pelos italianos Ardours. O encerramento acontece a 28 de março, com os históricos Delfins.

Todos os concertos realizam-se às 22h00. Os bilhetes têm valores entre 10€ e 12€, estando disponíveis para compra no primeiro dia útil da semana de cada espetáculo, na Casa das Artes ou online, através da Ticketline.

AGENDA – SONS DE VEZ 2026

  • 07 fevereiro – Tiago Bettencourt + Rui Fernandes Quarteto
  • 14 fevereiro – Retimbrar + Homem em Catarse
  • 21 fevereiro – Milhanas + Daniela Galhoz
  • 28 fevereiro – A garota não + Amy Rigby
  • 07 março – Carlão
  • 14 março – PAUS + MONCHMONCH
  • 21 março – Best Youth + Ardours
  • 28 março – Delfins
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Cultura

Professor Filipe Alves Machado lança livro dedicado a Teixeira de Queiroz

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O professor e investigador arcuense Filipe Alves Machado vai lançar, no próximo sábado, 10 de janeiro, o livro A (Est)ética de Teixeira de Queiroz, um ensaio dedicado à análise da obra de Francisco Teixeira de Queiroz (1848–1919), figura marcante da vida política, empresarial e literária portuguesa.

A apresentação da obra terá lugar pelas 16h00, na Biblioteca Municipal Tomaz de Figueiredo, e contará com a intervenção da Professora Doutora Isabel Pires de Lima, docente universitária e antiga Ministra da Cultura.

Resultado de um trabalho de investigação desenvolvido ao longo de várias décadas, A (Est)ética de Teixeira de Queiroz constitui o terceiro estudo de Filipe Alves Machado dedicado a esta personalidade, aprofundando a leitura crítica e estética da sua produção literária e intelectual.

Entre os trabalhos anteriores do autor destaca-se Teixeira de Queiroz para Néscios, uma obra de carácter pedagógico, pensada para aproximar o público mais jovem da vida e obra do escritor.

A iniciativa insere-se na programação cultural do Município de Arcos de Valdevez, promovendo a valorização do património literário e intelectual e incentivando o debate cultural e académico no concelho.

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