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Cultura

‘Acreditar’! uma palavra cheia de sonhos e um álbum que os concretizou!

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João Santos, quem é natural de Ponte da Barca, e residente em Arcos de Valdevez, encontra no saxofone um dos seus grandes amores. Num passado recente foi concorrente do programa Got Talent Portugal, tendo ficado em segundo lugar e agora, depois de uma longa caminhada, poder ter em mãos o seu primeiro trabalho discográfico, que leva por nome ‘Acreditar’, é um dos seus sonhos concretizados.

‘Acreditar’, é um bom nome para qualquer projeto, ainda mais quando é sob este verbo que baseamos o nosso trabalho e tecemos o caminho para as nossas metas. O João, melhor conhecido pelo seu nome artístico, Sonus Sax, lançou, desta maneira, o seu primeiro cd, constituído por seis músicas onde apresenta um trabalho cheio de versatilidade musical.

O Arcos em Destaque esteve à conversa com o saxofonista a propósito deste primeiro trabalho que foi lançado, oficialmente, no passado dia 14 de fevereiro.

Capa álbum ‘Acreditar’

Quisemos entender qual foi o motivo para escolher a palavra ‘Acreditar’ para título deste primeiro álbum e a resposta surgiu, natural “acreditar tem muito a ver com as coisas que tenho conseguido na música, e na vida também. Como todos, já tive momentos menos bons, nos quais o mais fácil, teria sido desistir. Mas a música ajudou-me a superar cada um desses obstáculos, a superar-me, e continua a fazê-lo. A música ajuda-me a acreditar!”

Ainda quando no cd não se encontram músicas da sua autoria “cada música tem a minha identidade, isto é, não copiei por ninguém. Cada uma delas tem a minha interpretação e toque pessoal”, confessa João, ao tempo que nos conta como foi o processo criativo do álbum:

“O que foi projetado inicialmente seria um processo fácil, uma vez que aquilo que pretendia era gravar uma ou duas músicas com melhor qualidade para adaptar depois aos vídeos de divulgação do meu trabalho nas redes sociais. No entanto, após estar no processo de escolha e preparação dos dois temas, surgiu a ideia de fazer mais (criar um álbum ) e ter um objeto físico e digital onde pudesse apresentar a versatilidade de géneros musicais. Uma música para cada estilo. Digamos que é um CD promocional. No entanto, após começar a gravar, me envolvi de tal forma que aquela ideia inicial básica tornou-se uma coisa séria e pormenorizada onde foram gastas bastantes horas de gravações e edição”.

E, agora, o que sente quando olha para a capa deste primeiro álbum?

quando olho para a capa deste cd sinto bastante orgulho, apesar de ter sido eu a fazer -também- todo o design, penso que ficou muito bonito e as pessoas também gostaram da ideia e do conceito”.

João Santos. Saxofonista.

Refere que neste processo houve pessoas e ajudas fulcrais: “não posso deixar de referir o João Dantas da DeDe Música que se disponibilizou prontamente para ajudar na gravação e edição das músicas e que muitas vezes fomos para o estúdio de noite, uma vez que eu não tinha disponibilidade durante o dia. Essa flexibilidade ajudou muito! Além do grande profissional que é e que fez um trabalho magnifico com as músicas. Agradecer também ao Pedro Cerqueira – quando eu andava a pedir orçamentos em gravadoras para fazer as cópias em massa dos CD´S, ele disponibilizou prontamente o “gravador de cd’s” dele sem pedir nada em troca. Isso para mim não tem preço! E por último, mas não menos importante: agradecer à minha família que me apoiam sempre a ir atrás dos meus sonhos apesar de muitas vezes, serem eles os ‘sacrificados’ para que eu consiga ter algum tempo para ‘fazer acontecer’ Obrigada de coração a todos aqueles que seguem o meu trabalho.”

João Santos (Sonus Sax) confessa que não quer parar por aqui e que este primeiro álbum foi só o preâmbulo, tendo muitas mais metas e sonhos que concretizar na música “tenho a ideia de um dia lançar alguns originais que estão “esboçados” há algum tempo e essa é a minha ideia futura.”

Para todas aquelas pessoas que desejem adquirir o cd poderão entrar em contacto com o João através das suas redes sociais e deixar mensagem privada, ou então, via telemóvel

Instagram e Facebook – @joaosantossonussax

TLM – 911042826

O mundo está nas mãos daqueles que têm a coragem de sonhar e de correr o risco de viver os seus sonhos”

paulo coelho

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Cultura

Arcuense ‘Mutes’ soma oito exposições em 2026 e reforça projeção artística nacional

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O artista plástico arcuense Mutes continua a afirmar o seu percurso no panorama da arte contemporânea portuguesa, somando presenças em importantes exposições coletivas ao longo de 2026. Depois de já ter participado em quatro mostras artísticas até ao final da primavera, o verão traz-lhe mais quatro convites para integrar eventos de referência no circuito nacional das artes visuais.

A primeira dessas participações acontece na ART’IN LIMA – Mostra Internacional de Arte Contemporânea, que decorre em Ponte de Lima entre 28 de junho e 27 de setembro, sob o tema “Arquiteturas, Espaço e Paisagem”.

No dia 2 de julho, Mutes integrará a exposição coletiva “Contemporary Art – Collective Exhibition”, em Agualva, no Cacém, seguindo-se uma nova mostra coletiva a 12 de julho, no emblemático Museu da Música Mecânica, em Lisboa.

A agenda de verão culmina com a participação na exposição “100 Artistas Gondomar 2026”, patente entre 25 de julho e 29 de agosto na Sala D’Ouro / Multiusos de Gondomar, considerada uma das maiores exposições coletivas de arte realizadas em Portugal.

Com estas quatro novas presenças, que se juntam às já concretizadas durante os primeiros meses do ano, Mutes alcança a marca de oito exposições coletivas em 2026, consolidando o reconhecimento do seu trabalho e levando o nome de Arcos de Valdevez a diversos espaços culturais do país.

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Cultura

“Se Acreditares Muito” emocionou Casa das Artes numa noite especial de celebração

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A Casa das Artes viveu uma noite memorável com a apresentação da peça “Se Acreditares Muito”, precisamente no dia em que o espetáculo assinalou dois anos em cena.

Perante um auditório cheio, o público foi conduzido por uma viagem intensa de emoções, numa história profundamente humana sobre amor, perda e esperança, capaz de tocar cada pessoa presente na sala.

A noite terminou de forma simbólica e emotiva, com a celebração dos dois anos desta peça, estreada em 2024 no Teatro da Trindade. O momento foi assinalado com o corte do bolo comemorativo e um brinde com “Espumante Vez”, num ambiente de partilha e aplausos.

Mais do que um espetáculo, “Se Acreditares Muito” voltou a provar porque continua a conquistar públicos por todo o país, transformando cada apresentação numa experiência emocional inesquecível.

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Cultura

Estamos a perder a capacidade de pensar? Novo livro deixa alerta inquietante

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Num mundo onde as notificações não param e os estímulos digitais dominam o dia a dia, surge um livro que promete abalar consciências e lançar um debate urgente sobre a forma como vivemos.

“Homo Reactivus: Consequências da Cibercultura para um Novo Mundo”, da autoria do investigador arcuense Pedro Rodrigues Costa, chega às livrarias com uma mensagem clara: estamos cada vez mais a substituir a ação pela reação — e isso pode ter consequências profundas na nossa sociedade.

A obra, publicada pela Edições Húmus, parte de uma ideia reforçada pelo World Happiness Report 2026: uma atitude ativa está diretamente ligada a maiores níveis de bem-estar. No entanto, a realidade atual parece seguir na direção oposta.

Vivemos numa era marcada por respostas rápidas, impulsivas e muitas vezes condicionadas por algoritmos, redes sociais e até inteligência artificial. Segundo o autor, esta “cultura da reatividade” está a moldar comportamentos e a limitar a capacidade crítica, autónoma e consciente dos indivíduos.

Mais do que uma simples análise, o livro levanta um alerta sério: quando as pessoas passam a viver sobretudo em modo de reação — frequentemente influenciadas por conteúdos pensados para consumo rápido ou manipulação — diminui o espaço para o pensamento profundo e para a ação intencional.

Entre os conceitos abordados, destaca-se o chamado “brain rot” (ou “podridão cerebral”), associado a um possível declínio cognitivo. O impacto pode estender-se a várias áreas da vida, desde a aprendizagem às relações sociais, levantando até a hipótese de um retrocesso civilizacional.

A obra analisa ainda o papel das plataformas digitais na captura de atenção e na criação de novas formas de poder — descritas como “psicopoder” — que influenciam comportamentos, opiniões e decisões à escala global.

Num tempo em que parar para pensar se tornou quase um luxo, este livro surge como um verdadeiro alerta — e, acima de tudo, como um desafio a voltar a assumir o controlo da nossa própria vida.

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