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Atualidade

Continuam as melhorias nas estradas do concelho

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A Câmara Municipal procedeu à inauguração da Requalificação Urbana da Estrada Nacional 202 (Guilhadeses, Tabaçô e Souto). Um investimento Municipal da ordem dos 350mil euros que veio beneficiar a circulação e aumentar a segurança rodoviária neste troço que abrange as U.F Souto e Tabaçô e U. F. de Guilhadeses e Santar.

Através desta via foi melhorada a ligação à zona sudoeste do concelho e ao Parque Empresarial de Mogueiras.

Depois das obras de melhoria das infraestruturas de água, saneamento, fibra ótica e da beneficiação do pavimento, a presente empreitada teve como objetivo a beneficiação das bermas e sobrelarguras numa extensão de cerca de 1,5 km (U.F Souto e Tabaçô e U.F. Guilhadeses e Santar), por forma a melhorar a mobilidade e segurança pedonal e segurança rodoviária.

Para a autarquia esta obra reveste-se de grande importância já que faz importantes ligações aos parques empresariais e integra um lote de obras em execução que contempla a ligação à EN 101 na zona da Prova.

De lembrar que a autarquia continua a pugnar junto do Governo pela melhoria desta estrada nacional EN202 até Jolda S. Paio e Jolda Madalena.

Esta, tratou-se de mais uma intervenção levada a cabo pela Câmara Municipal a pensar na qualidade de vida dos habitantes do concelho.

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Atualidade

Arcuense transforma as cicatrizes da vida num livro inspirador

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O Centro Interpretativo do Barroco encheu-se para a apresentação de «A Mulher Que Eu Me Tornei», a obra de Helena Pereira, natural de Arcos de Valdevez, que retrata um percurso marcado pela superação, pela descoberta interior e pela coragem de recomeçar.

Mais do que um livro, a obra representa o testemunho de uma mulher que decidiu transformar as dificuldades da vida em aprendizagem, encontrando na escrita uma forma de partilhar a sua história e inspirar outras pessoas.

Durante a apresentação, o presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, Olegário Gonçalves, destacou a determinação e a coragem da autora na procura da felicidade, depois de um percurso emocionalmente exigente.

O autarca sublinhou ainda o compromisso do município com a promoção da cultura e das diferentes formas de expressão artística, reforçando a importância de continuar a apoiar os talentos locais.

O momento contou com a presença de familiares, amigos e de muitas pessoas que acompanharam a caminhada de Helena Pereira e que fizeram questão de assinalar este importante capítulo da sua vida.

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Atualidade

Arcos de Valdevez voltou a reunir a sua diáspora nas Festas da Senhora da Lapa

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Mais de 70 representantes de associações portuguesas espalhadas pelo mundo reuniram-se em Arcos de Valdevez para participar no tradicional Encontro com a Diáspora, uma iniciativa integrada no Dia do Emigrante e na programação das Festas Concelhias de Nossa Senhora da Lapa.

O momento voltou a afirmar-se como um importante ponto de encontro entre o concelho e as comunidades arcuenses radicadas no estrangeiro, reforçando os laços de proximidade e reconhecendo o papel desempenhado pelos emigrantes na preservação da identidade local.

Durante a sessão, o presidente da Câmara Municipal, Olegário Gonçalves, destacou a importância do trabalho desenvolvido pelas comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, sublinhando o seu contributo para a promoção da cultura e das tradições locais.

«O Encontro com a Diáspora é uma forma de receber aqueles que representam Arcos de Valdevez pelo mundo. Fazem um grande trabalho junto das comunidades portuguesas, mantendo vivas as nossas tradições, o folclore, a concertina e os cantares, e merecem todo o nosso reconhecimento», afirmou.

O autarca destacou ainda a importância das novas gerações na continuidade das tradições e salientou o papel da diáspora no desenvolvimento económico do concelho, quer através da captação de investimento, quer pelo apoio prestado à internacionalização das empresas locais.

O encontro terminou com uma mensagem de reconhecimento dirigida a todos os emigrantes, cujo contributo continua a ser determinante para a afirmação e o desenvolvimento de Arcos de Valdevez além-fronteiras.

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Atualidade

«Não basta entregar chaves»: PS quer transformar bairros sociais em espaços de oportunidade

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Proposta prevê a possibilidade de os inquilinos se tornarem proprietários das habitações.

A habitação continua a assumir-se como um dos grandes desafios das políticas públicas e da inclusão social. Neste contexto, os vereadores do Partido Socialista em Arcos de Valdevez defendem uma nova abordagem para os bairros sociais do concelho, apostando na sua transformação em espaços de promoção da autonomia e da mobilidade social.

A proposta surge numa altura em que o município aumenta significativamente a sua oferta habitacional, ultrapassando a centena de habitações sociais disponíveis, graças à construção e inauguração de dezenas de novas casas.

Segundo os socialistas, o próximo passo deverá passar pela possibilidade de os atuais inquilinos adquirirem as habitações onde vivem, através da conversão das rendas pagas ao longo dos anos em prestações destinadas à compra do imóvel.

Na perspetiva do PS, esta medida poderá trazer benefícios significativos para as famílias, promovendo uma maior estabilidade financeira e reforçando o sentimento de pertença e de responsabilidade em relação ao património habitacional.

A proposta assenta em quatro pilares fundamentais: a promoção da mobilidade social, o reforço da estabilidade das famílias, a desestigmatização do conceito tradicional de bairro social e o reconhecimento do esforço financeiro realizado pelos inquilinos ao longo dos anos.

Os vereadores defendem que os bairros sociais devem assumir-se como espaços de transformação e de desenvolvimento, capazes de criar novas oportunidades para os cidadãos e de contribuir para a quebra dos ciclos de pobreza entre gerações.

«Não basta entregar chaves. É preciso entregar uma oportunidade de futuro», defendem os eleitos socialistas, sublinhando que esta estratégia permitiria a muitas famílias deixarem um património aos seus descendentes e garantirem melhores condições para as gerações futuras.

Além das vantagens sociais, a proposta poderá também representar uma oportunidade financeira para a autarquia, uma vez que as verbas resultantes da venda dos imóveis poderiam ser investidas na construção de novas habitações destinadas ao apoio social.

Ao mesmo tempo, as despesas relacionadas com obras, reparações e manutenção deixariam de ser suportadas exclusivamente pela Câmara Municipal, passando a existir um modelo de gestão partilhada dos espaços comuns.

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