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Germano Amorim reconduzido na liderança da Federação de Bombeiros

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A Federação Distrital dos Bombeiros de Viana do Castelo foi a eleições e, novamente, todos os presidentes das associações, excetuando a representação da Câmara de Viana do Castelo, foram reeleitos nas mais diversas funções.

O mesmo se diga de todos os comandantes, que viram o seu papel ainda mais reforçado, já que foi
aprovada a criação de um novo órgão consultivo operacional que tem como principal função a emissão de pareceres técnicos que respeitam à parte operacional e ajudam na tomada de decisões conjuntas da Direção e Assembleia.

Nas palavras do recém-eleito presidente, Germano Amorim:

“a importância deste órgão será primordial na definição de algumas decisões necessárias à execução do “Plano Estratégico 23/33”, que é o documento orientador de ação para todo o distrito no que respeita à Proteção Civil, financiado pela CIM Alto Minho, com quem brevemente teremos uma reunião para discutirmos a sua implantação, bem como o seu essencial financiamento. É um documento estrutural que, apesar de mais lentamente do que julgávamos, será fundamental para aproximar “stake holders” nos processos decisórios, tendo em vista criar um território mais coeso, homogéneo, que abarque os princípio de solidariedade, equidade, equidade, igualdade, reforçando-se, em simultâneo, o papel humano e a
execução de obra necessária no território do distrito. Não temos abundância de recursos humanos e financeiros que permitam o luxo de cada um olhar apenas para a sua realidade como se a do vizinho não interessasse. Mesmo que tivéssemos essa capacidade, seria um absoluto desperdício e péssima gestão de recursos. O distrito funciona em rede e essa lógica tem de ser transversal a todas as necessidades dos
corpos de bombeiros que o mesmo é dizer a todas as pessoas, animais e bens que necessitam da nossa intervenção. Pretendemos tornar o Alto Minho uma Região mais competitiva, atrativa, mais conectada e resiliente. Os objetivos da Prevenção e Proteção aprimorando medidas para prevenir incidentes e proteger as comunidades contra incêndios, cheias, secas, intempéries e outros riscos, assim garantindo uma capacidade eficaz de resposta a emergências para abordar pronta e eficientemente, todos os tipos
de incidentes. Adotar abordagens inovadoras, modernizando processos e tecnologias
para melhorar a prestação de serviços.

Permitirá igualmente, enfrentar o derradeiro desafio das mudanças climáticas e integrar práticas de sustentabilidade nas operações. Visa desta forma assegurar uma governança sólida, com monitorização do desempenho e melhoria contínua em toda a organização.

Fortalecer parcerias com as partes interessadas dos setores públicos, privado e
terceiro de forma aprimorar os esforços coletivos na garantia da segurança comunitária.
A visão idílica de que isto lá vai com pastorícia, boa vontade e voluntarismo, deve ser colocada de parte, por não se compadecer com a enorme exigência que a multiplicidade de funções e as suas especificidades, são exigidas diariamente aos bombeiros, nas suas mais diversas áreas de atuação e teatros de operação, que passam do socorro e emergência a pessoas, animais e bens, em qualquer tipo de contexto, seja florestal,
urbano, industrial e outros, aliado às dificuldades técnicas no combate a novos tipos de incêndios associados à realidade elétrica, quer na locomoção automóvel, ou, em painéis fotovoltaicos; à emergência pré-hospitalar (são os bombeiros que realizam cerca de 90% dos serviços); ao transporte de doentes não urgentes, lavagens de estrada, remoção de neve, abertura portas e um infindável ror de serviços que prestamos.

Não se pensou atempadamente o território no seu ordenamento florestal, urbano e muito menos demográfico, o que trouxe consequências terríveis para o nosso território distrital, ou sub-regional, como agora se quer fazer impor, aliás, diga-se “en passant” que, até a reorganização administrativa do país parte de uma premissa errada que contraria a própria Constituição, ao quererem acabar com os Distritos e retalhar os que existem em sub-regiões muitas vezes sem qualquer identidade territorial, cultural e histórica e que funcionam apenas como meros recetáculos para questões estatísticas para fins de financiamento de projetos comunitários.

Uma herança pesada que agora aparenta não ter autoria política e muito menos responsabilidade e que só cria enormes confusões no pequeno território continental que temos. O nosso foco são, acima de tudo, as pessoas. Valorizando e apoiando 754 Bombeiros do Distrito, cerca dos quais, 430 trabalhadores, promovendo o seu bem-estar e investindo no seu desenvolvimento, será um esforço que resultará na melhoria de vida dos cidadãos, tornando o território mais seguro, competitivo e atrativo. As exigências
aos bombeiros cada vez são mais e os recursos têm de ser disponibilizados para cumprir essas obrigações.

Para finalizar, demonstrar regozijo e agrado pela forma unida, leal e séria como todos os corpos de bombeiros e as suas respetivas entidades detentoras estão a trabalhar, dando assim continuidade ao processo iniciado três anos atrás.” acrescenta ainda e finalmente, “…as boas relações com a CIM, ANEPC e Comissão Distrital de Proteção Civil são fundamentais neste processo. Precisamos agora de lançar a boa
influência aos nuestros hermanos na Galiza, junto da Axega e Junta de Galicia, principalmente para trocarmos saberes, experiências e melhor nos colocamos no terreno para apresentação de candidaturas aos fundos nos próximos quadros comunitários de apoio. Estamos em ótimas condições para sermos portadores da confiança de quem gere e distribui os fundos comunitários, que, refira-se, têm de sair
das suas torres de marfim e baixar ao povoado, andar mais pelos territórios, auscultar o pulsar das suas gentes e das suas necessidades.

Não basta o olhar intelectual académico se a isso não dermos o devido acompanhamento prático na ação e na concretização de projetos. O financiamento não pode ser desperdiçado, constituindo uma oportunidade única de reverter uma quase total obsolescência de meios que estão neste momento à disposição dos bombeiros.”

O futuro está assim lançado.

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Tradições de outono ganham vida pelas mãos dos alunos em Arcos de Valdevez

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A Escola Secundária Tomaz de Figueiredo voltou a transformar-se num espaço de encontro entre gerações, sabores e tradições. A feira “Cores e Sabores de Outono” reuniu alunos dos 5.º e 6.º anos numa iniciativa que, há décadas, mantém viva a ligação dos mais jovens aos produtos e costumes da região.

Foi entre compotas, bolos caseiros, castanhas e produtos acabados de colher que, na quarta-feira, 14 de outubro, a comunidade escolar voltou a celebrar a chegada do outono.

A tradicional feira “Cores e Sabores de Outono”, realizada na Escola Secundária Tomaz de Figueiredo, em Arcos de Valdevez, colocou os alunos dos 5.º e 6.º anos do Agrupamento de Escolas de Valdevez no papel de pequenos comerciantes, proporcionando-lhes uma experiência prática de compra e venda.

Nas bancas, preparadas com produtos trazidos de casa, não faltaram compotas, doces, marmelada, bolos caseiros, abóboras, chuchus, pimentos, batatas, ovos, castanhas e nozes. Uma verdadeira montra dos sabores da época e da riqueza agrícola da região.

Aprender a empreender sem esquecer as raízes

Mais do que uma feira de produtos locais, a iniciativa pretende estimular o espírito empreendedor dos alunos, permitindo-lhes desenvolver competências práticas enquanto descobrem a importância da produção agrícola e das tradições locais.

Vestidos com trajes regionais, os jovens contribuíram para recriar um ambiente festivo, evocando costumes de outros tempos e reforçando a ligação entre a escola e a identidade cultural do concelho.

Aberta à comunidade, a feira contou também com a presença da vereadora da Educação, Marlene Barros.

Com várias décadas de história, a “Cores e Sabores de Outono” continua a afirmar-se como um momento de convívio e partilha, demonstrando que a preservação das tradições também se faz através das novas gerações.

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Várias crianças com dores abdominais e diarreia em escola de Arcos de Valdevez: origem está a ser apurada

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Várias crianças apresentaram, esta quarta-feira, sintomas de mal-estar gastrointestinal na escola sede de Arcos de Valdevez, nomeadamente dores abdominais e episódios de diarreia. Algumas acabaram por regressar a casa e outras não compareceram às aulas. A situação já levou à realização de diligências junto das entidades competentes, estando a ser apurada a origem dos sintomas.

Um número ainda não determinado de alunos de uma escola de Arcos de Valdevez apresentou, na quarta-feira, dia 30 de setembro, dores abdominais e episódios de diarreia, situação que levou algumas crianças a abandonar o estabelecimento de ensino e a regressar a casa.

Outros alunos terão faltado à escola depois de apresentarem sintomas semelhantes.

Perante a situação, o estabelecimento de ensino acionou os procedimentos considerados necessários, tendo efetuado diligências junto da Câmara Municipal e da equipa de Saúde Escolar.

Não é possível associar os sintomas à cantina

Apesar da ocorrência de vários casos num período próximo, não é possível, neste momento, estabelecer qualquer relação entre os sintomas apresentados pelas crianças e as refeições servidas na cantina escolar.

Este é um ponto particularmente relevante, uma vez que, segundo informação recolhida pelo Arcos em Destaque, também foram registados sintomas em crianças que não terão consumido a refeição servida na cantina.

Por esse motivo, qualquer associação à alimentação escolar seria, nesta fase, prematura.

Entre as hipóteses possíveis para sintomas gastrointestinais simultâneos encontram-se diferentes causas, pelo que será necessário aguardar pelas diligências das entidades competentes para perceber o que poderá ter estado na origem da situação.

Situação está a ser acompanhada

A escola encontra-se a acompanhar a ocorrência e já comunicou a situação às entidades competentes.

Até ao momento, não existe indicação oficial sobre a causa dos sintomas, estando os factos a ser apurados.

O Arcos em Destaque continuará a acompanhar o caso e atualizará a informação sempre que existam novos dados oficiais.

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Outubro traz várias greves às escolas: conheça as datas que deve ter em atenção

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O mês de outubro arranca com vários pré-avisos de greve que poderão provocar constrangimentos no funcionamento das escolas. A primeira paralisação está marcada para esta sexta-feira, 2 de outubro, seguindo-se outras ações de luta ao longo do mês. Pais e encarregados de educação devem estar atentos às comunicações dos respetivos estabelecimentos de ensino.

O calendário escolar de outubro poderá ser marcado por diferentes ações de luta sindical, envolvendo pessoal não docente e professores e com impactos distintos no funcionamento dos estabelecimentos de educação e ensino.

A primeira data a ter em atenção é sexta-feira, 2 de outubro, dia para o qual foi emitido um pré-aviso de greve que abrange trabalhadores das carreiras gerais da Administração Pública, incluindo assistentes operacionais, assistentes técnicos e técnicos superiores.

A greve insere-se numa jornada nacional de luta pela valorização das carreiras gerais. Entre as reivindicações apresentadas pelas estruturas sindicais encontram-se a valorização das carreiras, o reconhecimento da especificidade das profissões e a abertura de processos negociais com o Governo.

Na Educação, a eventual adesão dos trabalhadores poderá traduzir-se em constrangimentos no normal funcionamento das escolas, nomeadamente quando não estiver assegurado o número necessário de assistentes operacionais.

O impacto concreto da paralisação só deverá, contudo, ser conhecido no próprio dia, uma vez que dependerá dos níveis de adesão registados em cada estabelecimento.

Professores também têm pré-avisos em outubro

A contestação no setor da Educação não se limita ao pessoal não docente.

A FENPROF mantém uma greve ao sobretrabalho, às horas extraordinárias e à componente não letiva de estabelecimento, com pré-avisos que abrangem diferentes dias do primeiro período letivo.

Neste contexto, os dias 6 e 9 de outubro estão igualmente abrangidos por pré-avisos de greve.

Esta ação tem, porém, características diferentes de uma greve geral de professores durante todo o dia. A paralisação incide sobre o trabalho que ultrapasse as 35 horas semanais, horas extraordinárias e determinadas atividades integradas na componente não letiva de estabelecimento.

A estrutura sindical pretende, desta forma, contestar a organização dos horários dos docentes e reivindicar o reconhecimento do trabalho extraordinário realizado pelos professores.

19 de outubro com nova greve do pessoal não docente

Outra data que deverá ficar assinalada no calendário das famílias é segunda-feira, 19 de outubro.

Para esse dia foi emitido um pré-aviso de greve nacional pelo Sindicato Nacional dos Profissionais da Educação (SINAPE), dirigido ao pessoal não docente, abrangendo assistentes operacionais, assistentes técnicos, técnicos especializados e técnicos superiores.

A paralisação está prevista para decorrer entre as 00h00 e as 24h00.

Também neste caso, os estabelecimentos de ensino alertam que não é possível antecipar o nível de adesão, pelo que poderão verificar-se perturbações no normal funcionamento das atividades escolares.

Datas a ter em atenção

Assim, 2, 6, 9 e 19 de outubro são, para já, datas a ter em atenção pela comunidade educativa, embora correspondam a ações sindicais distintas e com diferentes âmbitos.

A existência de um pré-aviso de greve não significa, por si só, que uma determinada escola vá encerrar. O funcionamento de cada estabelecimento dependerá da adesão dos trabalhadores e da possibilidade de assegurar as condições necessárias ao desenvolvimento das atividades.

Pais e encarregados de educação deverão, por isso, acompanhar as informações divulgadas pelos respetivos agrupamentos e estabelecimentos de ensino, sobretudo na véspera e na manhã de cada paralisação.

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