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Atualidade

Santar acolhe 2º Passeio Motard, o ‘único com inscrições gratuitas’

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Este passeio que junta motas de estrada (2 e 4 rodas), concretizou-se no ano passado com o intuito de angariar fundos para a Festa em Honra de Nossa Senhora da Graça. Este ano o passeio está marcado para o domingo, 28 de julho.

As inscrições para o evento são gratuitas, estando abertas até ao dia do passeio. Até ao momento, o número de inscrições ronda os 60 participantes e por isso, os organizadores acreditam “que este ano tenhamos mais participantes que o ano passado” e explicam as razões “o ano passado, na nossa primeira edição, o passeio correu mesmo muito bem, o pessoal adorou e isso, ajuda. E depois, porque este ano tivemos mais tempo para organizar e divulgar”.

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“O Cansaço de parecer perfeito”

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Vivemos rodeados de sorrisos!

Nas redes sociais, nas fotografias de família, nas conversas rápidas do dia a dia, parece que todos estão bem. Muito bem. Felizes, realizados, motivados e sempre prontos para enfrentar qualquer desafio com um sorriso no rosto.

Mas a verdade é que, por trás de muitos desses sorrisos, existem pessoas cansadas.

Cansadas de fingir que está tudo bem.

Cansadas de acreditar que sentir tristeza, medo, frustração ou desânimo é um sinal de fraqueza.

Cansadas de carregar a obrigação de serem positivas a toda a hora.

É aqui que surge aquilo a que chamamos positividade tóxica: a ideia de que devemos manter uma atitude positiva independentemente das circunstâncias, ignorando ou reprimindo emoções consideradas negativas.

Frases como: “pensa positivo”, “há quem esteja pior”, “não tens motivos para estar triste” ou “sorri que passa” podem parecer inofensivas. Muitas vezes são ditas com boa intenção. No entanto, quando usadas para silenciar o sofrimento, acabam por transmitir uma mensagem perigosa: a de que sentir dor não é aceitável.

Mas a vida nunca foi feita apenas de emoções agradáveis.

A tristeza ajuda-nos a processar perdas.

O medo protege-nos do perigo.

A raiva sinaliza que algo importante foi ultrapassado.

A frustração ensina-nos a persistir ou a mudar de caminho.

Quando tentamos esconder aquilo que sentimos para corresponder a uma imagem de felicidade permanente, criamos uma distância entre quem somos e quem mostramos ser. E essa distância tem um preço: ansiedade, isolamento, exaustão emocional e uma profunda sensação de solidão.

Porque não há nada mais solitário do que sofrer em silêncio enquanto se tenta convencer o mundo de que está tudo bem.

Precisamos, com urgência, de resgatar o direito à vulnerabilidade. Normalizar os dias maus não é um convite ao desespero ou ao pessimismo crónico; é um ato de sanidade mental. Significa entender que a vida é feita de ciclos e que está tudo bem em não ter todas as respostas, em pedir ajuda e em admitir que o fardo, às vezes, está pesado demais.

Banir a positividade tóxica é o primeiro passo para construirmos relações mais humanas, tanto fora como dentro dos ecrãs. Sejamos, portanto, mais generosos com as nossas próprias falhas e menos tolerantes com a tirania da perfeição artificial. A vida real acontece na nossa capacidade de recomeçar, mas só depois de nos darmos permissão para sentir.

Talvez esteja na hora de normalizarmos algo simples: ninguém consegue ser feliz todos os dias.

Ninguém tem de estar forte o tempo todo.

Ninguém precisa de sorrir quando o coração pede descanso.

A verdadeira saúde emocional não consiste em eliminar as emoções difíceis. Consiste em aprender a acolhê-las, compreendê-las e atravessá-las.

Precisamos de criar espaços onde seja seguro dizer “não estou bem” sem medo de julgamento.

Precisamos de ensinar as crianças e os jovens que sentir tristeza não é um fracasso.

Precisamos de recordar aos adultos que vulnerabilidade não é fraqueza.

E precisamos, acima de tudo, de trocar a perfeição pela autenticidade.

Porque a felicidade não nasce da obrigação de sorrir; nasce da liberdade de sermos humanos.

Com todas as nossas emoções.

Com todas as nossas imperfeições.

Com toda a nossa verdade.

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ARCOS DE VALDEVEZ VESTE A SUA IDENTIDADE: Município apresenta camisas tradicionais do Concelho

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Há símbolos que contam histórias. Outros transportam memórias, tradições e sentimentos de pertença. Em Arcos de Valdevez, esses elementos ganharam agora uma nova expressão através das Camisas Tradicionais do Concelho, apresentadas oficialmente esta terça-feira e concebidas para representar a identidade de uma terra profundamente ligada às suas raízes.

Mais do que simples peças de vestuário, estas camisas surgem como uma homenagem ao património cultural arcuense. Bordadas com símbolos cuidadosamente escolhidos e inspiradas na riqueza histórica e humana do território, incorporam também a frase que há muito identifica o concelho, transformando-se num verdadeiro símbolo de orgulho local.

O projeto foi desenvolvido pelo arcuense Luís Fernandes, num trabalho realizado em estreita colaboração com o Município de Arcos de Valdevez. Cada elemento foi pensado ao detalhe, procurando traduzir em tecido aquilo que distingue a comunidade arcuense: a sua história, as suas tradições e o forte sentimento de pertença que atravessa gerações.

As camisas tradicionais de Arcos de Valdevez foram concebidas para representar cada lugar, cada freguesia e cada pessoa que faz parte desta terra. São peças que unem passado e presente, valorizam a identidade local e reforçam os laços que ligam os arcuenses ao seu território.

Num tempo em que preservar as tradições é também uma forma de projetar o futuro, estas camisas assumem-se como um novo embaixador da cultura local, vestindo com orgulho a essência de Arcos de Valdevez e celebrando aquilo que torna o concelho único.

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Pequenos chefs descobrem os sabores do feijão tarreste em workshop de alimentação saudável

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Alunos do 2.º ano do Agrupamento de Escolas de Valdevez aprenderam a confecionar mini hambúrgueres com um dos produtos mais emblemáticos da gastronomia local.

Num ambiente de entusiasmo, criatividade e muita aprendizagem, os alunos do 2.º ano do Agrupamento de Escolas de Valdevez participaram recentemente num workshop dedicado ao feijão tarreste, uma iniciativa promovida pelo Município de Arcos de Valdevez, em articulação com a Equipa de Saúde Escolar, no âmbito do programa “Regime da Fruta Escolar”, cofinanciado pelo IFAP.

A atividade contou com a colaboração da EPRALIMA, responsável pela dinamização da sessão, e teve como principal objetivo sensibilizar as crianças para a importância de uma alimentação saudável, ao mesmo tempo que promoveu a valorização dos produtos locais junto das gerações mais jovens.

Durante o workshop, os pequenos participantes tiveram a oportunidade de aprender a preparar um mini hambúrguer de feijão tarreste, seguindo as orientações da professora e dos alunos do curso de Cozinha e Pastelaria da EPRALIMA. Depois da confeção, cada criança pôde personalizar o seu hambúrguer, escolhendo ingredientes saudáveis como tomate, couve roxa e molho de iogurte.

Equipados a rigor com chapéus e aventais, os alunos assumiram o papel de verdadeiros chefs por um dia, numa experiência que aliou educação alimentar, diversão e contacto com os sabores da tradição local.

No final da atividade, além de degustarem a iguaria preparada por si próprios, os participantes receberam um folheto com a receita utilizada, permitindo levar para casa os conhecimentos adquiridos e partilhá-los com a família.

Com esta iniciativa, o Município de Arcos de Valdevez reforça o seu compromisso com a promoção de hábitos alimentares saudáveis, incentivando simultaneamente o consumo de produtos locais e a adoção de estilos de vida mais equilibrados desde a infância.

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