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Cultura

‘Ó gentes da minha terra’: um livro com alma

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No passado sábado, 20 de julho, Marta Alves, jovem arcuense, natural da freguesia de Prozelo, apaixonada pela fotografia documental, e pelas histórias de vida, apresentou publicamente o seu primeiro livro, intitulado ‘Ó gentes da minha terra’, um livro profundo, com alma, com histórias, com humanidade.

A apresentação esteve inserida na programação do Arcos Fado Fest, que decorreu este fim-de-semana em Arcos de Valdevez e que teve como curador, o consagrado fadista Marco Rodrigues, quem também tem as suas raízes na freguesia de Prozelo.

estou mesmo muito feliz. É um sonho poder estar aqui para apresentar o meu primeiro livro. É um sonho concretizado. Não tenho palavras para descrever como me sinto. Encontrei o meu caminho na fotografia documental ! E para mim, ter fotografado estas pessoas foi uma honra, um privilegio e é a elas, e a todos aqueles que me ajudaram a concretizar este sonho, que deixo o meu mais profundo sentimento de agradecimento. Estarei eternamente grata!”

marta alves. autora do livro ‘ó gentes da minha terra’

É um livro com alma, porque fala de pessoas e as retrata tal e qual como elas são. É um livro que pretende deixar o legado “dos mais velhos e perpetuar as tradições da nossa terra, aquelas que infelizmente vão desaparecer” mas que através deste livro ficarão para a posteridade e serão testemunho fiel da riqueza e da sabedoria contida no povo desta freguesia de Arcos de Valdevez.

“Convido a todos a ler, tocar, e sentir este livro, que tem o peso das pessoas cá dentro. É um livro com valor. Um livro que espelha as tradições da nossa gente. Este livro será, sem dúvida, uma referência”, afirmou João Manuel Esteves, presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez.

A edição do livro teve o apoio da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, da Junta de Freguesia de Prozelo, com ilustrações da autoria de José João Gomes e grafismo de Bruno Inácio.

Percorra agora a galeria de fotos e reviva o emotivo momento

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Cultura

“Se Acreditares Muito” emocionou Casa das Artes numa noite especial de celebração

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A Casa das Artes viveu uma noite memorável com a apresentação da peça “Se Acreditares Muito”, precisamente no dia em que o espetáculo assinalou dois anos em cena.

Perante um auditório cheio, o público foi conduzido por uma viagem intensa de emoções, numa história profundamente humana sobre amor, perda e esperança, capaz de tocar cada pessoa presente na sala.

A noite terminou de forma simbólica e emotiva, com a celebração dos dois anos desta peça, estreada em 2024 no Teatro da Trindade. O momento foi assinalado com o corte do bolo comemorativo e um brinde com “Espumante Vez”, num ambiente de partilha e aplausos.

Mais do que um espetáculo, “Se Acreditares Muito” voltou a provar porque continua a conquistar públicos por todo o país, transformando cada apresentação numa experiência emocional inesquecível.

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Cultura

Estamos a perder a capacidade de pensar? Novo livro deixa alerta inquietante

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Num mundo onde as notificações não param e os estímulos digitais dominam o dia a dia, surge um livro que promete abalar consciências e lançar um debate urgente sobre a forma como vivemos.

“Homo Reactivus: Consequências da Cibercultura para um Novo Mundo”, da autoria do investigador arcuense Pedro Rodrigues Costa, chega às livrarias com uma mensagem clara: estamos cada vez mais a substituir a ação pela reação — e isso pode ter consequências profundas na nossa sociedade.

A obra, publicada pela Edições Húmus, parte de uma ideia reforçada pelo World Happiness Report 2026: uma atitude ativa está diretamente ligada a maiores níveis de bem-estar. No entanto, a realidade atual parece seguir na direção oposta.

Vivemos numa era marcada por respostas rápidas, impulsivas e muitas vezes condicionadas por algoritmos, redes sociais e até inteligência artificial. Segundo o autor, esta “cultura da reatividade” está a moldar comportamentos e a limitar a capacidade crítica, autónoma e consciente dos indivíduos.

Mais do que uma simples análise, o livro levanta um alerta sério: quando as pessoas passam a viver sobretudo em modo de reação — frequentemente influenciadas por conteúdos pensados para consumo rápido ou manipulação — diminui o espaço para o pensamento profundo e para a ação intencional.

Entre os conceitos abordados, destaca-se o chamado “brain rot” (ou “podridão cerebral”), associado a um possível declínio cognitivo. O impacto pode estender-se a várias áreas da vida, desde a aprendizagem às relações sociais, levantando até a hipótese de um retrocesso civilizacional.

A obra analisa ainda o papel das plataformas digitais na captura de atenção e na criação de novas formas de poder — descritas como “psicopoder” — que influenciam comportamentos, opiniões e decisões à escala global.

Num tempo em que parar para pensar se tornou quase um luxo, este livro surge como um verdadeiro alerta — e, acima de tudo, como um desafio a voltar a assumir o controlo da nossa própria vida.

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Cultura

Sons de Vez 2026 traz grandes nomes da música portuguesa

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À porta de celebrar quase 25 anos de história, o Sons de Vez regressa em 2026 a Arcos de Valdevez com um cartaz fechado que reúne alguns dos maiores nomes da música portuguesa, reafirmando-se como o festival mais antigo dedicado exclusivamente à música feita em Portugal.

Reconhecido como um verdadeiro baluarte da cultura e da identidade sonora contemporânea, o Sons de Vez apresenta, nesta edição, oito datas e 14 projetos musicais, distribuídos por oito sábados, entre 7 de fevereiro e 28 de março, na Casa das Artes de Arcos de Valdevez.

A abertura do festival acontece a 7 de fevereiro, com o regresso de Tiago Bettencourt, uma referência incontornável da música nacional. A primeira parte do concerto estará a cargo do Rui Fernandes Quarteto, com destaque para a viola tradicional.

O mês de fevereiro prossegue a 14 de fevereiro com o ritmo irreverente dos Retimbrar, antecedidos por Homem em Catarse, que celebra dez anos de carreira. A 21 de fevereiro, o palco é ocupado pelo talento feminino de Milhanas, seguida da soul-pop de Daniela Galhoz. Fevereiro encerra, a 28, com A garota não e a estreia em Portugal da norte-americana Amy Rigby.

Em março, o Sons de Vez mantém o ritmo com mais seis propostas. A 7 de março sobe ao palco Carlão, seguindo-se, a 14 de março, a última digressão dos PAUS, acompanhados por MONCHMONCH. A 21 de março, os Best Youth regressam ao festival com novo trabalho, antecedidos pelos italianos Ardours. O encerramento acontece a 28 de março, com os históricos Delfins.

Todos os concertos realizam-se às 22h00. Os bilhetes têm valores entre 10€ e 12€, estando disponíveis para compra no primeiro dia útil da semana de cada espetáculo, na Casa das Artes ou online, através da Ticketline.

AGENDA – SONS DE VEZ 2026

  • 07 fevereiro – Tiago Bettencourt + Rui Fernandes Quarteto
  • 14 fevereiro – Retimbrar + Homem em Catarse
  • 21 fevereiro – Milhanas + Daniela Galhoz
  • 28 fevereiro – A garota não + Amy Rigby
  • 07 março – Carlão
  • 14 março – PAUS + MONCHMONCH
  • 21 março – Best Youth + Ardours
  • 28 março – Delfins
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