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Cultura

Romaria de S. Bento do Cando inscrita no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial

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Foi com enorme satisfação o Municipio arcuense recebeu do Património Cultural, Instituto Público, a confirmação do reconhecimento da Romaria de S. Bento do Cando no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, sinónimo do valor desta romaria na História e na identidade da nossa comunidade e agora também na de Portugal, seguindo igualmente um outro reconhecimento, recente, que inscreveu também a Romaria de Nossa Senhora da Peneda.

A romaria remonta ao período inicial da Idade Média, mas é no século XVII que cresce significativamente, inclusive com a realização em três momentos anuais.

Os romeiros de S. Bento do Cando são essencialmente, para além do concelho de Arcos de Valdevez, pessoas vindas dos concelhos vizinhos de Melgaço e Monção que se deslocam à branda de S. Bento do Cando para cumprir a novena, a meia novena, pagar as suas promessas ou pedir proteção e saúde para si e para os seus familiares. Repetem este ritual ano após ano para se encontrarem e falarem de perto com S. Bentinho ou Sr. S. Bento, como carinhosa e respeitosamente o tratam.

Outra característica da romaria, comum a outras festas religiosas de montanha em locais isolados, é o da existência nas imediações do Terreiro da Capela de habitações destinadas à permanência dos romeiros durante as cerimónias religiosas. Na maior parte das vezes, os romeiros vinham das brandas e inverneiras da Gavieira, das freguesias vizinhas de Melgaço, Monção e Arcos de Valdevez. Aí rezam, negoceiam e enamoram-se, superando a permanente isolamento das economias locais e das populações.

Esta é mais uma iniciativa do Município para a valorização do excelente património cultural de Arcos de Valdevez.

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Atualidade

O mundo da arte volta a olhar para Arcos de Valdevez: Mutes distinguido em projeto europeu

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Mutes, artista natural de Arcos de Valdevez, acaba de alcançar mais um importante reconhecimento internacional ao ser convidado para integrar uma publicação dedicada aos 100 artistas emergentes da Europa, editada pelo prestigiado laboratório de artes CULTURE LAB, sediado em Palermo, Itália.

A distinção surge na sequência da submissão de duas obras a um júri internacional, que selecionou o trabalho do artista arcuense para integrar esta edição de referência, dedicada à divulgação de novos talentos do panorama artístico europeu.

No livro, Mutes estará representado através da linguagem artística que criou e desenvolve, o Descubismo Contornismo, uma identidade estética singular que tem vindo a conquistar reconhecimento além-fronteiras e que já levou o nome de Arcos de Valdevez a mais de uma dezena de países.

Para além das obras selecionadas, a publicação inclui ainda uma biografia do artista e uma referência ao concelho de Arcos de Valdevez, reforçando a projeção internacional do território através da cultura e da criatividade.

Conhecido por se definir como um “operário plástico”, Mutes expõe regularmente desde 2004 e soma já mais de 270 exposições, entre mostras individuais e coletivas, realizadas em Portugal e no estrangeiro, consolidando um percurso artístico marcado pela inovação e pela afirmação de uma linguagem própria.

Para o Município de Arcos de Valdevez, esta distinção constitui um importante reconhecimento do talento de Mutes e representa também uma valorização do concelho no panorama artístico internacional.

Mais um motivo de orgulho para Arcos de Valdevez e para a cultura portuguesa, que vê um dos seus artistas emergentes conquistar um lugar de destaque numa publicação de âmbito europeu.

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Cultura

Arcuense ‘Mutes’ soma oito exposições em 2026 e reforça projeção artística nacional

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O artista plástico arcuense Mutes continua a afirmar o seu percurso no panorama da arte contemporânea portuguesa, somando presenças em importantes exposições coletivas ao longo de 2026. Depois de já ter participado em quatro mostras artísticas até ao final da primavera, o verão traz-lhe mais quatro convites para integrar eventos de referência no circuito nacional das artes visuais.

A primeira dessas participações acontece na ART’IN LIMA – Mostra Internacional de Arte Contemporânea, que decorre em Ponte de Lima entre 28 de junho e 27 de setembro, sob o tema “Arquiteturas, Espaço e Paisagem”.

No dia 2 de julho, Mutes integrará a exposição coletiva “Contemporary Art – Collective Exhibition”, em Agualva, no Cacém, seguindo-se uma nova mostra coletiva a 12 de julho, no emblemático Museu da Música Mecânica, em Lisboa.

A agenda de verão culmina com a participação na exposição “100 Artistas Gondomar 2026”, patente entre 25 de julho e 29 de agosto na Sala D’Ouro / Multiusos de Gondomar, considerada uma das maiores exposições coletivas de arte realizadas em Portugal.

Com estas quatro novas presenças, que se juntam às já concretizadas durante os primeiros meses do ano, Mutes alcança a marca de oito exposições coletivas em 2026, consolidando o reconhecimento do seu trabalho e levando o nome de Arcos de Valdevez a diversos espaços culturais do país.

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Cultura

“Se Acreditares Muito” emocionou Casa das Artes numa noite especial de celebração

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A Casa das Artes viveu uma noite memorável com a apresentação da peça “Se Acreditares Muito”, precisamente no dia em que o espetáculo assinalou dois anos em cena.

Perante um auditório cheio, o público foi conduzido por uma viagem intensa de emoções, numa história profundamente humana sobre amor, perda e esperança, capaz de tocar cada pessoa presente na sala.

A noite terminou de forma simbólica e emotiva, com a celebração dos dois anos desta peça, estreada em 2024 no Teatro da Trindade. O momento foi assinalado com o corte do bolo comemorativo e um brinde com “Espumante Vez”, num ambiente de partilha e aplausos.

Mais do que um espetáculo, “Se Acreditares Muito” voltou a provar porque continua a conquistar públicos por todo o país, transformando cada apresentação numa experiência emocional inesquecível.

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