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Cultura

Pólo Norte em concerto em Arcos de Valdevez a 11 de outubro

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A banda portuguesa Pólo Norte atua em Arcos de Valdevez no próximo 11 de outubro, num concerto inserido na programação cultural Arcos Outono.

Uma noite de pop rock português

Formados em 1992, os Pólo Norte são uma das bandas de pop rock mais acarinhadas em Portugal, conhecidos por temas que marcaram várias gerações.

Clássicos que prometem emocionar

No espetáculo em Arcos de Valdevez não vão faltar alguns dos sucessos mais populares da banda, num concerto que promete muita energia e emoção.

Inserido no “Arcos Outono”

O concerto integra o programa Arcos Outono, iniciativa que celebra a cultura com música, artes, sabores e tradições, e que promete animar o concelho ao longo de outubro.

Banda Pólo Norte em concerto ao vivo, que irá atuar em Arcos de Valdevez no dia 11 de outubro, no âmbito do programa cultural Arcos Outono.

Cultura

“Se Acreditares Muito” emocionou Casa das Artes numa noite especial de celebração

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A Casa das Artes viveu uma noite memorável com a apresentação da peça “Se Acreditares Muito”, precisamente no dia em que o espetáculo assinalou dois anos em cena.

Perante um auditório cheio, o público foi conduzido por uma viagem intensa de emoções, numa história profundamente humana sobre amor, perda e esperança, capaz de tocar cada pessoa presente na sala.

A noite terminou de forma simbólica e emotiva, com a celebração dos dois anos desta peça, estreada em 2024 no Teatro da Trindade. O momento foi assinalado com o corte do bolo comemorativo e um brinde com “Espumante Vez”, num ambiente de partilha e aplausos.

Mais do que um espetáculo, “Se Acreditares Muito” voltou a provar porque continua a conquistar públicos por todo o país, transformando cada apresentação numa experiência emocional inesquecível.

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Cultura

Estamos a perder a capacidade de pensar? Novo livro deixa alerta inquietante

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Num mundo onde as notificações não param e os estímulos digitais dominam o dia a dia, surge um livro que promete abalar consciências e lançar um debate urgente sobre a forma como vivemos.

“Homo Reactivus: Consequências da Cibercultura para um Novo Mundo”, da autoria do investigador arcuense Pedro Rodrigues Costa, chega às livrarias com uma mensagem clara: estamos cada vez mais a substituir a ação pela reação — e isso pode ter consequências profundas na nossa sociedade.

A obra, publicada pela Edições Húmus, parte de uma ideia reforçada pelo World Happiness Report 2026: uma atitude ativa está diretamente ligada a maiores níveis de bem-estar. No entanto, a realidade atual parece seguir na direção oposta.

Vivemos numa era marcada por respostas rápidas, impulsivas e muitas vezes condicionadas por algoritmos, redes sociais e até inteligência artificial. Segundo o autor, esta “cultura da reatividade” está a moldar comportamentos e a limitar a capacidade crítica, autónoma e consciente dos indivíduos.

Mais do que uma simples análise, o livro levanta um alerta sério: quando as pessoas passam a viver sobretudo em modo de reação — frequentemente influenciadas por conteúdos pensados para consumo rápido ou manipulação — diminui o espaço para o pensamento profundo e para a ação intencional.

Entre os conceitos abordados, destaca-se o chamado “brain rot” (ou “podridão cerebral”), associado a um possível declínio cognitivo. O impacto pode estender-se a várias áreas da vida, desde a aprendizagem às relações sociais, levantando até a hipótese de um retrocesso civilizacional.

A obra analisa ainda o papel das plataformas digitais na captura de atenção e na criação de novas formas de poder — descritas como “psicopoder” — que influenciam comportamentos, opiniões e decisões à escala global.

Num tempo em que parar para pensar se tornou quase um luxo, este livro surge como um verdadeiro alerta — e, acima de tudo, como um desafio a voltar a assumir o controlo da nossa própria vida.

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Cultura

Sons de Vez 2026 traz grandes nomes da música portuguesa

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À porta de celebrar quase 25 anos de história, o Sons de Vez regressa em 2026 a Arcos de Valdevez com um cartaz fechado que reúne alguns dos maiores nomes da música portuguesa, reafirmando-se como o festival mais antigo dedicado exclusivamente à música feita em Portugal.

Reconhecido como um verdadeiro baluarte da cultura e da identidade sonora contemporânea, o Sons de Vez apresenta, nesta edição, oito datas e 14 projetos musicais, distribuídos por oito sábados, entre 7 de fevereiro e 28 de março, na Casa das Artes de Arcos de Valdevez.

A abertura do festival acontece a 7 de fevereiro, com o regresso de Tiago Bettencourt, uma referência incontornável da música nacional. A primeira parte do concerto estará a cargo do Rui Fernandes Quarteto, com destaque para a viola tradicional.

O mês de fevereiro prossegue a 14 de fevereiro com o ritmo irreverente dos Retimbrar, antecedidos por Homem em Catarse, que celebra dez anos de carreira. A 21 de fevereiro, o palco é ocupado pelo talento feminino de Milhanas, seguida da soul-pop de Daniela Galhoz. Fevereiro encerra, a 28, com A garota não e a estreia em Portugal da norte-americana Amy Rigby.

Em março, o Sons de Vez mantém o ritmo com mais seis propostas. A 7 de março sobe ao palco Carlão, seguindo-se, a 14 de março, a última digressão dos PAUS, acompanhados por MONCHMONCH. A 21 de março, os Best Youth regressam ao festival com novo trabalho, antecedidos pelos italianos Ardours. O encerramento acontece a 28 de março, com os históricos Delfins.

Todos os concertos realizam-se às 22h00. Os bilhetes têm valores entre 10€ e 12€, estando disponíveis para compra no primeiro dia útil da semana de cada espetáculo, na Casa das Artes ou online, através da Ticketline.

AGENDA – SONS DE VEZ 2026

  • 07 fevereiro – Tiago Bettencourt + Rui Fernandes Quarteto
  • 14 fevereiro – Retimbrar + Homem em Catarse
  • 21 fevereiro – Milhanas + Daniela Galhoz
  • 28 fevereiro – A garota não + Amy Rigby
  • 07 março – Carlão
  • 14 março – PAUS + MONCHMONCH
  • 21 março – Best Youth + Ardours
  • 28 março – Delfins
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