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PS questiona atrasos nas obras do Campo de Trasladário e alerta para impacto no comércio local

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Em nota enviada às redações, o Partido Socialista de Arcos de Valdevez levantou um conjunto de questões ao executivo municipal relativamente à segunda fase das obras no Campo de Trasladário, apontando falta de informação, derrapagens financeiras e impactos negativos no comércio local.

Os vereadores Flávia Afonso e Luís Ponte afirmam que continua a faltar uma data objetiva para a conclusão da intervenção, deixando a população sem saber quando poderá voltar a usufruir daquele espaço central da vila — situação que classificam como “inaceitável”.

O PS destaca também o impacto que a obra está a ter no comércio local, especialmente com a aproximação da época natalícia, período considerado crucial para a sustentabilidade económica de muitos estabelecimentos. Para os socialistas, a oportunidade e o planeamento da intervenção “levantam sérias reservas”.

Outra preocupação prende-se com a repetição de problemas de estacionamento e condicionamentos de trânsito, que afetam moradores e comerciantes sempre que são feitas intervenções na zona central.

O Partido Socialista volta ainda a alertar para a derrapagem financeira associada à obra, lembrando que a primeira fase já tinha registado aumento de custos significativo, tendência que se mantém nesta segunda fase, “sem fundamentação clara”.

Na nota dirigida aos meios de comunicação, o PS solicita ao executivo quatro esclarecimentos essenciais:
• prazo realista para a conclusão da obra;
• medidas para mitigar o impacto no comércio no período natalício;
• alternativas de estacionamento e circulação;
• custo final previsto e explicações sobre a derrapagem.

Os vereadores defendem que estas questões são “legítimas, urgentes e de inequívoco interesse público”, reafirmando o compromisso com a transparência e o rigor na gestão dos recursos municipais.

PS aponta volume “anormal” de pedidos de apoio social após as eleições

Ainda em nota enviada às redações, o PS expressa surpresa pelo número “anormalmente elevado” de pedidos de apoio social presentes na primeira reunião de Câmara após as eleições.

Embora reconheça a importância destes apoios, o partido considera que o volume excecional de processos exige explicações, questionando se ocorreu algum evento extraordinário ou agravamento repentino das condições socioeconómicas das famílias.

O PS pede ainda esclarecimentos sobre as datas de entrada dos processos, sublinhando a necessidade de saber se se trata de acumulação, atraso no encaminhamento ou chegada simultânea.

Para os vereadores, a transparência é essencial, sobretudo quando estão em causa decisões que afetam famílias em situação de vulnerabilidade.

PS critica incumprimento do Regimento e falta de preparação das reuniões

Na mesma comunicação, o Partido Socialista anunciou que passará a abster-se de todos os pontos apresentados fora dos prazos regimentais, argumentando que tal prática inviabiliza uma análise rigorosa.

Os vereadores criticam ainda a falta de preparação das reuniões, referindo que a documentação continua a ser enviada tardiamente, apesar da estrutura de staff disponível.

O PS defende que uma Câmara Municipal “não se deve reger pela improvisação”, mas sim pelo rigor e respeito pelos procedimentos legais, reafirmando o compromisso com a transparência e o bom funcionamento institucional.

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Arcos de Valdevez abriu as portas da história nos Fortes do Extremo

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No âmbito das Jornadas Europeias da Arqueologia, o Espaço Valdevez promoveu, nos dias 12 e 14 de junho, a iniciativa “Na Rota do Arqueólogo: Visita aos Fortes do Extremo”, uma atividade que proporcionou aos participantes uma viagem pela história e pelo património arqueológico de Arcos de Valdevez.

A primeira visita realizou-se no dia 12 de junho e envolveu os alunos do 10.º ano de Humanidades do Agrupamento de Escolas de Valdevez. Acompanhados pelo arqueólogo municipal, os estudantes tiveram a oportunidade de contactar diretamente com importantes vestígios arqueológicos do concelho, numa experiência educativa em contexto real que complementou a aprendizagem desenvolvida em sala de aula.

Já no dia 14 de junho, a atividade abriu portas à comunidade, reunindo participantes de várias idades numa visita guiada pela arqueóloga Rebeca Blanco-Rotea, responsável pelas intervenções arqueológicas realizadas naquele local.

O percurso incluiu o Forte do Bragandelo e parte da trincheira que o ligava ao Forte da Pereira, estruturas de elevado valor histórico que integravam o antigo sistema defensivo da região. Ao longo da visita, os participantes puderam conhecer a evolução destes espaços, compreender a sua importância estratégica ao longo da história e descobrir alguns dos resultados das investigações arqueológicas desenvolvidas nos últimos anos.

As descobertas realizadas têm contribuído para aprofundar o conhecimento sobre este relevante conjunto patrimonial, que aguarda atualmente a sua classificação nacional por parte do Estado português.

Esta iniciativa integra a missão do Espaço Valdevez – História e Arqueologia, equipamento cultural municipal dedicado à investigação, valorização e divulgação do património arqueológico e histórico do concelho, promovendo a sua preservação e transmissão às gerações futuras.

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PS leva habitação e Campo do Trasladário ao debate na reunião de Câmara

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O Partido Socialista de Arcos de Valdevez enviou às redações uma nota de imprensa onde resume as intervenções dos seus eleitos na última reunião do executivo municipal, destacando preocupações relacionadas com a habitação no concelho e com o andamento da obra do Campo do Trasladário.

Segundo o documento, a vereadora Flávia Afonso centrou a sua intervenção na questão da habitação, considerando que, “apesar dos investimentos municipais destinados ao arrendamento apoiado e às famílias em situação de maior vulnerabilidade, continuam a faltar respostas para a classe média e para os jovens que pretendem viver e constituir família no concelho”.

Na nota, o PS refere que o aumento dos preços da habitação e do arrendamento tem dificultado o acesso à casa própria e ao mercado de arrendamento para muitas famílias arcuenses, defendendo a necessidade de acelerar projetos de habitação a custos controlados e de criar novas soluções destinadas à fixação de população.

Os socialistas questionaram ainda o executivo sobre o ponto de situação do projeto de habitação previsto para a zona de Casal Soeiro, bem como sobre as medidas concretas que o Município pretende implementar para aumentar a oferta habitacional acessível.

Em resposta, a vice-presidente da Câmara Municipal, Emília Cerdeira, que presidiu a reunião devido à ausência do presidente da autarquia, referiu que o Município se prepara para avançar com um projeto destinado à construção de cerca de uma centena de fogos a custos controlados.

Através da mesma nota, o Partido Socialista manifesta dúvidas relativamente à dimensão e ao estado de desenvolvimento das medidas anunciadas, considerando que a habitação deve assumir um papel prioritário nas políticas municipais, numa altura em que o acesso à habitação se tornou uma das principais preocupações de muitas famílias.

Já durante a intervenção do vereador Luís Ponte, o foco incidiu sobre a obra do Campo do Trasladário. O eleito socialista questionou o executivo sobre o custo atual da empreitada, os trabalhos complementares realizados, os atrasos registados e a previsão para a sua conclusão.

Na nota enviada às redações, os socialistas recordam que a empreitada foi consignada em abril de 2025 com um prazo de execução inicialmente previsto de cerca de 180 dias, considerando importante que sejam esclarecidos os motivos dos atrasos verificados.

Em resposta às questões colocadas, a vice-presidente Emília Cerdeira afirmou que a via deverá estar reaberta antes das festividades de São João.

As duas matérias marcaram parte significativa do período de intervenções políticas da última reunião de Câmara, ficando registadas as posições defendidas pelo Partido Socialista e os esclarecimentos prestados pelo executivo municipal.

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ARCOS DE VALDEVEZ PLANTA O FUTURO COM PROJETO-PILOTO DE SABUGUEIRO

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Arcos de Valdevez deu mais um passo na valorização do seu potencial agrícola e rural com a assinatura de um Memorando de Entendimento entre a Câmara Municipal, a Meridiano e a Cooperativa Agrícola de Arcos de Valdevez e Ponte da Barca, destinado à implementação de um projeto-piloto de pomar de sabugueiro no concelho.

A iniciativa pretende avaliar a adaptação desta cultura às condições edafoclimáticas locais, explorando simultaneamente o seu potencial económico, ambiental e produtivo. O objetivo passa por criar novas oportunidades para os produtores locais, diversificar a atividade agrícola e promover a valorização dos recursos endógenos do território.

Mais do que testar uma nova cultura, o projeto representa uma aposta na inovação e na procura de soluções capazes de fortalecer o setor agrícola local, incentivando a criação de novas fileiras produtivas e potenciando futuras oportunidades de transformação agroalimentar e desenvolvimento de produtos diferenciadores.

Através desta parceria, pretende-se também reforçar a ligação entre produtores, entidades técnicas e instituições, criando uma rede de cooperação orientada para o desenvolvimento sustentável e para a modernização da agricultura.

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