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Depressão Joseph deixa rasto de destruição em Arcos de Valdevez

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A passagem da depressão Joseph pelo concelho de Arcos de Valdevez provocou um rasto significativo de destruição, afetando de forma particular as freguesias de Cabreiro, Sistelo e o centro da vila, onde os efeitos do mau tempo se fizeram sentir com maior intensidade.

Em Cabreiro, registaram-se quedas de árvores de grande porte, danos em muros e acessos condicionados, resultado da combinação de vento forte e chuva intensa. Algumas vias secundárias ficaram temporariamente intransitáveis, obrigando à intervenção dos serviços municipais e da proteção civil.

Já em Sistelo, uma das zonas mais sensíveis do concelho devido à sua localização e património natural, os estragos foram visíveis sobretudo em caminhos rurais, taludes e estruturas de apoio agrícola. A força da água provocou arrastamento de terras, aumentando o risco de derrocadas e dificultando a circulação local.

No centro da vila de Arcos de Valdevez, o mau tempo causou inundações pontuais, quedas de ramos e árvores, danos em mobiliário urbano e constrangimentos no trânsito. Várias equipas estiveram no terreno ao longo do dia para assegurar a limpeza das vias e a reposição da normalidade.

As autoridades locais apelam à população para que mantenha comportamentos de precaução, evitando zonas de risco, especialmente áreas arborizadas e margens de linhas de água, enquanto decorrem os trabalhos de avaliação e reparação dos danos.

Apesar da violência do fenómeno, não há registo de vítimas, apenas prejuízos materiais. O município continua a acompanhar a situação no terreno, garantindo uma resposta rápida às ocorrências sinalizadas.

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Adeus CR7? Rafael Leão fica com a camisola 7 de Cristiano Ronaldo na Seleção

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É uma das camisolas mais emblemáticas do futebol português e, desta vez, terá outro nome nas costas. Rafael Leão vai vestir o número 7 da Seleção Nacional no encontro frente à Dinamarca, dorsal utilizado durante mais de duas décadas por Cristiano Ronaldo.

A imagem promete não passar despercebida. Rafael Leão vai entrar em campo com o número 7 de Portugal, a camisola que se tornou praticamente indissociável de Cristiano Ronaldo e da própria história recente da Seleção Nacional.

A alteração acontece perante a ausência do capitão português no encontro frente à Dinamarca. Na lista oficial para a partida, Rafael Leão surge associado ao dorsal 7, deixando o habitual número 17.

O peso de uma camisola histórica

Não é apenas mais um número.

Cristiano Ronaldo transformou o 7 numa verdadeira marca ao longo da carreira. A sigla CR7 ultrapassou as fronteiras do futebol e tornou-se reconhecida mundialmente, acompanhando o internacional português tanto nos clubes como na Seleção.

É, por isso, particularmente simbólico ver outro jogador português assumir o dorsal.

A escolha recai agora sobre Rafael Leão, um dos nomes de maior destaque da atual geração portuguesa e jogador que tem vindo a ganhar protagonismo na equipa das quinas.

Rafael Leão deixa o 17 e assume o 7

Até aqui associado ao número 17 na Seleção, Rafael Leão passa a utilizar o 7 neste encontro, numa mudança que inevitavelmente desperta atenções devido ao peso histórico da camisola.

Mas há uma ressalva importante: a utilização do número 7 por Rafael Leão neste jogo não significa, para já, que o internacional português seja o sucessor definitivo de Cristiano Ronaldo no dorsal.

A numeração das seleções pode sofrer alterações consoante as convocatórias e os jogadores disponíveis, pelo que não existe, neste momento, confirmação de uma passagem definitiva do número 7 para Rafael Leão.

Ainda assim, o momento tem um forte valor simbólico.

Depois de mais de duas décadas em que falar do 7 de Portugal foi praticamente sinónimo de falar de Cristiano Ronaldo, frente à Dinamarca será Rafael Leão quem carregará o mítico número nas costas.

Uma mudança que promete ser uma das imagens mais comentadas do encontro.

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Tradição minhota voltou a dançar em Vilarinho das Quartas

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O folclore, os usos e os costumes do Minho voltaram a estar em destaque em Vilarinho das Quartas, Soajo, com a realização da XIII edição do Festival Folclórico, uma iniciativa que reuniu vários grupos numa celebração da cultura e da identidade popular.

O largo da Associação Cultural e Desportiva dos Amigos de Vilarinho das Quartas foi o palco escolhido para mais uma edição do festival, promovido pela própria associação e integrado nas festas em honra de Nossa Senhora da Guia.


Para além do rancho anfitrião, subiram ao palco as Fiadeiras de Soajo, o Rancho Folclórico de Santa Marinha Prozelo e o Rancho Folclórico das Camponesas da Vila de Soajo, proporcionando uma noite dedicada à música, às danças e às tradições populares.

O XIII Festival Folclórico voltou, assim, a colocar em evidência os usos e costumes do folclore minhoto e a importância da preservação de um património imaterial que continua a marcar a identidade das comunidades locais.

A iniciativa foi acompanhada pela secretária da Vereação da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, Jacinta Barros, que destacou o potencial histórico e etnográfico do evento. Também marcou presença o presidente da Junta de Freguesia de Soajo, Alexandre Gomes.

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Atualidade

Depois da festa, o “mimo” ao Rio Vez: atletas voltam a limpar as margens

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Os atletas do Clube Náutico de Arcos de Valdevez voltaram a cumprir uma tradição que já se repete há vários anos: depois das festas em honra de Nossa Senhora da Lapa, dedicaram algum do seu tempo à limpeza das margens do Rio Vez.

A iniciativa decorreu no passado dia 11 de agosto, no percurso junto à vila, onde os atletas percorreram as margens do rio e recolheram resíduos, contribuindo para preservar um dos espaços naturais mais emblemáticos de Arcos de Valdevez.

Para o Clube Náutico, trata-se de um pequeno “mimo” ao Rio Vez e de uma forma simbólica de agradecer tudo aquilo que este proporciona ao longo do ano, quer enquanto espaço privilegiado para a prática desportiva, quer enquanto património natural profundamente ligado à comunidade arcuense.

A ação realiza-se habitualmente após as festas da Senhora da Lapa, período em que aumenta significativamente o movimento e a presença de pessoas nas zonas próximas do rio.

Para além da recolha de resíduos, o gesto procura também sensibilizar a população para a importância de preservar, cuidar e respeitar este recurso natural.

Mais do que uma simples ação de limpeza, a iniciativa evidencia a ligação especial entre o Clube Náutico de Arcos de Valdevez e o Rio Vez, reforçando o compromisso dos seus atletas com a proteção do património natural do concelho.

Um pequeno gesto que, ano após ano, se transformou numa tradição.

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