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Grupo de Teatro do Vez estreia “um amor de perdição” com homenagem a Victor Fernandes

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A Casa das Artes de Arcos de Valdevez acolheu a estreia da nova produção do Grupo de Teatro do Vez (GTV), intitulada “Um Amor de Perdição”, uma criação inspirada na emblemática obra Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco.

A noite ficou marcada por um momento de profunda emoção, com uma sentida homenagem a Victor Fernandes, antigo ator do grupo, falecido no passado dia 18 de dezembro, cuja memória foi evocada durante a estreia. Victor Fernandes integrava também o elenco desta produção, deixando uma marca indelével no percurso artístico do GTV.

A sessão contou com a presença da Vice-Presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, Emília Cerdeira, que destacou a qualidade artística do espetáculo e o trabalho consistente que o Grupo de Teatro do Vez tem vindo a desenvolver na promoção da cultura e das artes no concelho. Na ocasião, deixou ainda uma palavra de reconhecimento, amizade e solidariedade à família e amigos de Victor Fernandes.

Segundo o Grupo de Teatro do Vez, “Um Amor de Perdição” nasce da vontade de encenar, de forma livre e original, a célebre novela de Camilo Castelo Branco, num ano particularmente simbólico, em que se assinala o bicentenário do nascimento do autor. A narrativa cruza factos reais e ficcionados, dando voz às memórias de uma família — a do próprio escritor.

Em palco, o GTV recria os amores trágicos de Simão e Teresa, vítimas dos conflitos familiares e da intolerância, assim como episódios da clausura religiosa, marcados pela hipocrisia, intrigas e vícios sociais. A encenação privilegia a caricatura, acentuando o ridículo de algumas personagens e os excessos vividos no convento.

Foram muitos os que quiseram associar-se a esta noite onde se celebrou o Teatro, a Cultura e a Memória, num tributo emotivo à arte dramática e a um ator que deixou uma marca profunda no Grupo de Teatro do Vez e na comunidade arcuense.

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Adeus CR7? Rafael Leão fica com a camisola 7 de Cristiano Ronaldo na Seleção

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É uma das camisolas mais emblemáticas do futebol português e, desta vez, terá outro nome nas costas. Rafael Leão vai vestir o número 7 da Seleção Nacional no encontro frente à Dinamarca, dorsal utilizado durante mais de duas décadas por Cristiano Ronaldo.

A imagem promete não passar despercebida. Rafael Leão vai entrar em campo com o número 7 de Portugal, a camisola que se tornou praticamente indissociável de Cristiano Ronaldo e da própria história recente da Seleção Nacional.

A alteração acontece perante a ausência do capitão português no encontro frente à Dinamarca. Na lista oficial para a partida, Rafael Leão surge associado ao dorsal 7, deixando o habitual número 17.

O peso de uma camisola histórica

Não é apenas mais um número.

Cristiano Ronaldo transformou o 7 numa verdadeira marca ao longo da carreira. A sigla CR7 ultrapassou as fronteiras do futebol e tornou-se reconhecida mundialmente, acompanhando o internacional português tanto nos clubes como na Seleção.

É, por isso, particularmente simbólico ver outro jogador português assumir o dorsal.

A escolha recai agora sobre Rafael Leão, um dos nomes de maior destaque da atual geração portuguesa e jogador que tem vindo a ganhar protagonismo na equipa das quinas.

Rafael Leão deixa o 17 e assume o 7

Até aqui associado ao número 17 na Seleção, Rafael Leão passa a utilizar o 7 neste encontro, numa mudança que inevitavelmente desperta atenções devido ao peso histórico da camisola.

Mas há uma ressalva importante: a utilização do número 7 por Rafael Leão neste jogo não significa, para já, que o internacional português seja o sucessor definitivo de Cristiano Ronaldo no dorsal.

A numeração das seleções pode sofrer alterações consoante as convocatórias e os jogadores disponíveis, pelo que não existe, neste momento, confirmação de uma passagem definitiva do número 7 para Rafael Leão.

Ainda assim, o momento tem um forte valor simbólico.

Depois de mais de duas décadas em que falar do 7 de Portugal foi praticamente sinónimo de falar de Cristiano Ronaldo, frente à Dinamarca será Rafael Leão quem carregará o mítico número nas costas.

Uma mudança que promete ser uma das imagens mais comentadas do encontro.

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Tradição minhota voltou a dançar em Vilarinho das Quartas

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O folclore, os usos e os costumes do Minho voltaram a estar em destaque em Vilarinho das Quartas, Soajo, com a realização da XIII edição do Festival Folclórico, uma iniciativa que reuniu vários grupos numa celebração da cultura e da identidade popular.

O largo da Associação Cultural e Desportiva dos Amigos de Vilarinho das Quartas foi o palco escolhido para mais uma edição do festival, promovido pela própria associação e integrado nas festas em honra de Nossa Senhora da Guia.


Para além do rancho anfitrião, subiram ao palco as Fiadeiras de Soajo, o Rancho Folclórico de Santa Marinha Prozelo e o Rancho Folclórico das Camponesas da Vila de Soajo, proporcionando uma noite dedicada à música, às danças e às tradições populares.

O XIII Festival Folclórico voltou, assim, a colocar em evidência os usos e costumes do folclore minhoto e a importância da preservação de um património imaterial que continua a marcar a identidade das comunidades locais.

A iniciativa foi acompanhada pela secretária da Vereação da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, Jacinta Barros, que destacou o potencial histórico e etnográfico do evento. Também marcou presença o presidente da Junta de Freguesia de Soajo, Alexandre Gomes.

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Atualidade

Depois da festa, o “mimo” ao Rio Vez: atletas voltam a limpar as margens

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Os atletas do Clube Náutico de Arcos de Valdevez voltaram a cumprir uma tradição que já se repete há vários anos: depois das festas em honra de Nossa Senhora da Lapa, dedicaram algum do seu tempo à limpeza das margens do Rio Vez.

A iniciativa decorreu no passado dia 11 de agosto, no percurso junto à vila, onde os atletas percorreram as margens do rio e recolheram resíduos, contribuindo para preservar um dos espaços naturais mais emblemáticos de Arcos de Valdevez.

Para o Clube Náutico, trata-se de um pequeno “mimo” ao Rio Vez e de uma forma simbólica de agradecer tudo aquilo que este proporciona ao longo do ano, quer enquanto espaço privilegiado para a prática desportiva, quer enquanto património natural profundamente ligado à comunidade arcuense.

A ação realiza-se habitualmente após as festas da Senhora da Lapa, período em que aumenta significativamente o movimento e a presença de pessoas nas zonas próximas do rio.

Para além da recolha de resíduos, o gesto procura também sensibilizar a população para a importância de preservar, cuidar e respeitar este recurso natural.

Mais do que uma simples ação de limpeza, a iniciativa evidencia a ligação especial entre o Clube Náutico de Arcos de Valdevez e o Rio Vez, reforçando o compromisso dos seus atletas com a proteção do património natural do concelho.

Um pequeno gesto que, ano após ano, se transformou numa tradição.

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