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Agitação marítima e queda de neve volta a deixar Alto Minho em alerta laranja

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O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou o Alto Minho sob aviso laranja devido à agitação marítima e à queda de neve, em vigor desde segunda-feira e prolongando-se até terça-feira.

Segundo o IPMA, está prevista forte agitação marítima na costa norte, com ondas de noroeste entre 5 e 6 metros, podendo atingir 11 metros de altura máxima em determinados períodos.

Paralelamente, queda de neve acima dos 800/1000 m também motivou o alerta laranja, com acumulações que podem ultrapassar os 15 cm acima dos 1000/1200 m nas zonas mais altas da região.

O aviso laranja é emitido pelo IPMA sempre que existe uma situação meteorológica de risco moderado a elevado, exigindo especial atenção da população e das autoridades locais para possíveis impactos nas operações costeiras, vias de circulação e atividades de montanha.

💡 O que significa o aviso:
🔹 Agitação marítima (ondas grandes) – risco para navegação costeira e atividades no mar.
🔹 Queda de neve nas altitudes mais elevadas – potencial acumulação significativa, aumentando o risco de circulação difícil em estradas de montanha.

Mantém-se o acompanhamento constante das atualizações do IPMA e das autoridades de proteção civil para qualquer alteração no estado do tempo.

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Tradição minhota voltou a dançar em Vilarinho das Quartas

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O folclore, os usos e os costumes do Minho voltaram a estar em destaque em Vilarinho das Quartas, Soajo, com a realização da XIII edição do Festival Folclórico, uma iniciativa que reuniu vários grupos numa celebração da cultura e da identidade popular.

O largo da Associação Cultural e Desportiva dos Amigos de Vilarinho das Quartas foi o palco escolhido para mais uma edição do festival, promovido pela própria associação e integrado nas festas em honra de Nossa Senhora da Guia.


Para além do rancho anfitrião, subiram ao palco as Fiadeiras de Soajo, o Rancho Folclórico de Santa Marinha Prozelo e o Rancho Folclórico das Camponesas da Vila de Soajo, proporcionando uma noite dedicada à música, às danças e às tradições populares.

O XIII Festival Folclórico voltou, assim, a colocar em evidência os usos e costumes do folclore minhoto e a importância da preservação de um património imaterial que continua a marcar a identidade das comunidades locais.

A iniciativa foi acompanhada pela secretária da Vereação da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, Jacinta Barros, que destacou o potencial histórico e etnográfico do evento. Também marcou presença o presidente da Junta de Freguesia de Soajo, Alexandre Gomes.

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Atualidade

Depois da festa, o “mimo” ao Rio Vez: atletas voltam a limpar as margens

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Os atletas do Clube Náutico de Arcos de Valdevez voltaram a cumprir uma tradição que já se repete há vários anos: depois das festas em honra de Nossa Senhora da Lapa, dedicaram algum do seu tempo à limpeza das margens do Rio Vez.

A iniciativa decorreu no passado dia 11 de agosto, no percurso junto à vila, onde os atletas percorreram as margens do rio e recolheram resíduos, contribuindo para preservar um dos espaços naturais mais emblemáticos de Arcos de Valdevez.

Para o Clube Náutico, trata-se de um pequeno “mimo” ao Rio Vez e de uma forma simbólica de agradecer tudo aquilo que este proporciona ao longo do ano, quer enquanto espaço privilegiado para a prática desportiva, quer enquanto património natural profundamente ligado à comunidade arcuense.

A ação realiza-se habitualmente após as festas da Senhora da Lapa, período em que aumenta significativamente o movimento e a presença de pessoas nas zonas próximas do rio.

Para além da recolha de resíduos, o gesto procura também sensibilizar a população para a importância de preservar, cuidar e respeitar este recurso natural.

Mais do que uma simples ação de limpeza, a iniciativa evidencia a ligação especial entre o Clube Náutico de Arcos de Valdevez e o Rio Vez, reforçando o compromisso dos seus atletas com a proteção do património natural do concelho.

Um pequeno gesto que, ano após ano, se transformou numa tradição.

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Sardinhada juntou emigrantes e comunidade em Monte Redondo

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O mês de agosto voltou a ser sinónimo de regresso a casa e reencontro com as raízes em Arcos de Valdevez. Em Monte Redondo, dezenas de pessoas participaram numa Sardinhada do Emigrante, promovida pela recém-criada Associação Viver Tradições.

A iniciativa teve como principal objetivo dar as boas-vindas aos filhos da terra que regressam nesta altura do ano para passar férias junto da família, proporcionando-lhes um momento de convívio e reencontro com a comunidade.

O evento decorreu na sede da Junta de Freguesia de Monte Redondo, onde tradição, animação e convívio marcaram um dia que reuniu dezenas de participantes.

Promovida pela Associação Viver Tradições, recentemente criada, a sardinhada assumiu-se também como um momento de aproximação entre diferentes gerações e de reforço dos laços de quem vive na freguesia com aqueles que, apesar de residirem longe, continuam ligados à terra.

A vice-presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, Emília Cerdeira, marcou presença na iniciativa, destacando a importância deste tipo de atividades para fortalecer os laços entre gerações.

Para além da componente festiva, encontros desta natureza assumem também uma dimensão social, promovendo o contacto e a proximidade entre os membros da comunidade e contribuindo para combater situações de isolamento.

Entre sardinhas, tradição e reencontros, Monte Redondo celebrou assim o regresso daqueles que partiram, mas que continuam a encontrar na terra um lugar para voltar.

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