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Atualidade

Portugal presta homenagem às vítimas do sismo na Venezuela com um dia de luto nacional

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Portugal vai cumprir, no próximo domingo, um dia de luto nacional em homenagem às vítimas do devastador sismo que abalou a Venezuela, uma tragédia que já provocou centenas de mortos, milhares de feridos e deixou um rasto de destruição que continua a crescer.

A decisão do Governo português representa um gesto de solidariedade para com o povo venezuelano e, de forma muito especial, para com a vasta comunidade portuguesa e luso-descendente residente naquele país, profundamente afetada por esta catástrofe.

Desde o primeiro momento, o Governo português tem acompanhado de perto a evolução da situação, tendo manifestado disponibilidade para prestar ajuda humanitária de emergência e apoio às operações de socorro. As autoridades portuguesas acompanham igualmente a situação dos cidadãos portugueses e lusodescendentes atingidos pelo desastre, num momento de enorme angústia para muitas famílias.

O duplo sismo, de magnitudes 7,2 e 7,5, atingiu a região central da Venezuela, provocando o colapso de edifícios, danos graves em infraestruturas e dezenas de réplicas que continuam a dificultar os trabalhos de busca e salvamento. As equipas de emergência prosseguem uma corrida contra o tempo para encontrar sobreviventes entre os escombros, enquanto o número de vítimas continua a ser atualizado pelas autoridades.

O dia de luto nacional será assinalado em todo o país com as bandeiras a meia haste nos edifícios públicos, simbolizando o respeito e a homenagem de Portugal perante uma das maiores tragédias naturais dos últimos anos na Venezuela.

A decisão assume um significado particularmente especial para milhares de famílias portuguesas e luso-venezuelanas, que vivem horas de enorme sofrimento, aguardando notícias de familiares e amigos nas zonas mais afetadas pelo sismo.

Fonte: Notícia elaborada com base em informação da Agência Lusa.

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Orgulho arcuense! Três atletas do CRAV chamadas ao Europeu de Rugby pela Seleção Nacional

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Alexandrina Ramalho, Laura Simões e Maria João Gomes vão representar Portugal no Campeonato da Europa Sub-18, na Hungria

O talento formado em Arcos de Valdevez volta a dar cartas além-fronteiras. Três atletas do Clube de Rugby de Arcos de Valdevez (CRAV) foram convocadas para integrar a Seleção Nacional Feminina Sub-18 de Rugby Sevens que irá disputar o Campeonato da Europa, em Budapeste, na Hungria.

Alexandrina Ramalho, Laura Simões e Maria João Gomes fazem parte da lista final de convocadas para representar Portugal naquela que é uma das mais importantes competições europeias da modalidade, um reconhecimento que volta a destacar o excelente trabalho desenvolvido pelo CRAV na formação de jovens atletas.

A convocatória surge após um exigente processo de preparação, marcado por vários estágios de observação e treino, onde as três atletas demonstraram qualidade, dedicação e mérito suficientes para conquistar um lugar entre as melhores jovens jogadoras do país.

A competição arranca já no próximo 18 de julho, com Portugal a enfrentar, na fase de grupos, as seleções de Andorra (08h22), Suécia (12h10) e Suíça (15h36), procurando garantir o apuramento para as fases decisivas do Campeonato da Europa.

Para o CRAV, esta tripla convocatória representa mais um momento de enorme orgulho e confirma o estatuto do clube como uma das principais referências nacionais na formação de atletas de rugby feminino. Ao longo dos últimos anos, o emblema arcuense tem vindo a afirmar-se pela qualidade do trabalho desenvolvido nos escalões de formação, contribuindo de forma consistente para o crescimento da modalidade em Portugal.

Mais do que uma conquista individual, esta convocatória é o reflexo de um projeto desportivo sólido, do empenho das atletas, dos treinadores e de toda a estrutura do CRAV, que continua a formar jovens talentos capazes de levar o nome de Arcos de Valdevez e de Portugal às maiores competições internacionais.

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Arcos de Valdevez voltou a mostrar que forma campeões… desta vez na Europa

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O feito é europeu, mas tem um forte sabor arcuense. A Seleção Nacional de Pesca à Pluma, recentemente distinguida com o vice-campeonato da Europa, foi recebida nos Paços do Concelho de Arcos de Valdevez, numa cerimónia de reconhecimento pelo extraordinário resultado alcançado na Bósnia.

O momento ganhou ainda maior significado por um motivo muito especial: dos sete elementos da comitiva nacional, seis são atletas da APDVEZ, confirmando a excelência do clube arcuense nesta modalidade.

A receção contou com a presença do presidente da Câmara Municipal, Olegário Gonçalves, e da vice-presidente, Emília Cerdeira, que fizeram questão de homenagear atletas e equipa técnica pelo desempenho que voltou a colocar Portugal entre as maiores potências europeias da pesca à pluma.

Durante a cerimónia, o autarca destacou o orgulho que esta conquista representa para Arcos de Valdevez, sublinhando que o vice-campeonato europeu reflete a qualidade, o talento e a dedicação dos atletas da APDVEZ, servindo igualmente de inspiração para as novas gerações de desportistas.

Como forma de assinalar este resultado histórico, o Município entregou uma lembrança institucional aos atletas e à equipa técnica, reconhecendo o trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos e o importante contributo dado para afirmar o nome de Arcos de Valdevez e de Portugal além-fronteiras.

Com este desempenho, a APDVEZ reforça o seu estatuto como uma das grandes referências nacionais da pesca à pluma, demonstrando que, a partir de Arcos de Valdevez, continuam a nascer atletas capazes de competir ao mais alto nível internacional.

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Milhares de pessoas viajaram até ao século XII… e tudo aconteceu em Arcos de Valdevez

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Durante três dias, o Paço de Giela transformou-se numa autêntica máquina do tempo. Entre cavaleiros, mercadores, guerreiros, falcoeiros e personagens de época, milhares de visitantes mergulharam na atmosfera medieval proporcionada por mais uma edição da Recriação Histórica do Recontro de Valdevez, um dos eventos culturais mais emblemáticos do concelho.

Entre os dias 10 e 12 de julho, Arcos de Valdevez voltou a celebrar um dos momentos mais marcantes da fundação de Portugal, recriando o histórico Recontro de Valdevez, ocorrido na primavera de 1141 entre D. Afonso Henriques e Afonso VII de Leão e Castela. O espetáculo principal integrou ainda a representação de “Afonso e a Conquista de Lisboa”, transportando o público para um dos capítulos decisivos da afirmação do primeiro rei de Portugal e da consolidação do Reino.

Ao longo do recinto, não faltaram experiências para todas as idades. Acampamentos militares, ofícios medievais, falcoaria, treino de guerreiros, tabernas, jogos tradicionais, teatro, música, dança e animação permanente criaram uma envolvência única, onde a História deixou de estar apenas nos livros para ser vivida de perto por quem visitou o evento.

A forte adesão do público voltou a confirmar o sucesso de uma iniciativa que, ano após ano, se afirma como uma referência nacional na divulgação da História de Portugal, promovendo simultaneamente o património, a cultura, as tradições e a dinamização turística e económica do concelho.

Mais do que uma recriação histórica, o Recontro de Valdevez continua a ser uma celebração da identidade arcuense e da memória coletiva nacional, reforçando o papel de Arcos de Valdevez como o palco de um dos episódios mais importantes da História de Portugal.

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