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Orgulho arcuense: quatro atletas do CNAV chamados à Seleção Nacional de Kayak Polo

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Clube Náutico de Arcos de Valdevez volta a ver o seu trabalho reconhecido com a convocatória de quatro jovens talentos para representar Portugal na Polónia.

O Clube Náutico de Arcos de Valdevez (CNAV) volta a afirmar-se como uma referência nacional na formação de jovens atletas, ao ver quatro dos seus canoístas convocados para representar Portugal no Junior International Canoe Polo Championship 2026, uma das mais importantes competições internacionais de Kayak Polo destinada aos escalões de formação.

A prova decorrerá entre os dias 30 de julho e 2 de agosto, em Cracóvia, na Polónia, e contará com a participação da Seleção Nacional Portuguesa nos escalões de Sub-14, Sub-16 e Sub-18, reunindo alguns dos mais promissores talentos da modalidade.

Entre os atletas escolhidos pela Federação Portuguesa de Canoagem encontram-se quatro jovens arcuenses. No escalão de Sub-16 foram convocados Eduardo Peneda e Gustavo Pacheco, enquanto Gabriel Afonso e Luís VilaVerde integrarão a equipa nacional de Sub-18.

Esta convocatória representa mais um importante reconhecimento da qualidade do trabalho desenvolvido pelo Clube Náutico de Arcos de Valdevez, que continua a afirmar-se como um viveiro de talento e uma das principais referências nacionais na formação de atletas de Kayak Polo.

A presença de quatro representantes arcuenses na Seleção Nacional constitui também um motivo de enorme orgulho para todo o concelho, refletindo o empenho dos atletas, treinadores e do clube na promoção da modalidade e na formação de jovens desportistas de excelência.

Ao quarteto arcuense e a toda a comitiva portuguesa, ficam os votos de muito sucesso nesta importante competição internacional, onde terão a honra de representar Portugal entre a elite europeia do Kayak Polo jovem.

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Atualidade

Depois da festa, o “mimo” ao Rio Vez: atletas voltam a limpar as margens

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Os atletas do Clube Náutico de Arcos de Valdevez voltaram a cumprir uma tradição que já se repete há vários anos: depois das festas em honra de Nossa Senhora da Lapa, dedicaram algum do seu tempo à limpeza das margens do Rio Vez.

A iniciativa decorreu no passado dia 11 de agosto, no percurso junto à vila, onde os atletas percorreram as margens do rio e recolheram resíduos, contribuindo para preservar um dos espaços naturais mais emblemáticos de Arcos de Valdevez.

Para o Clube Náutico, trata-se de um pequeno “mimo” ao Rio Vez e de uma forma simbólica de agradecer tudo aquilo que este proporciona ao longo do ano, quer enquanto espaço privilegiado para a prática desportiva, quer enquanto património natural profundamente ligado à comunidade arcuense.

A ação realiza-se habitualmente após as festas da Senhora da Lapa, período em que aumenta significativamente o movimento e a presença de pessoas nas zonas próximas do rio.

Para além da recolha de resíduos, o gesto procura também sensibilizar a população para a importância de preservar, cuidar e respeitar este recurso natural.

Mais do que uma simples ação de limpeza, a iniciativa evidencia a ligação especial entre o Clube Náutico de Arcos de Valdevez e o Rio Vez, reforçando o compromisso dos seus atletas com a proteção do património natural do concelho.

Um pequeno gesto que, ano após ano, se transformou numa tradição.

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Sardinhada juntou emigrantes e comunidade em Monte Redondo

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O mês de agosto voltou a ser sinónimo de regresso a casa e reencontro com as raízes em Arcos de Valdevez. Em Monte Redondo, dezenas de pessoas participaram numa Sardinhada do Emigrante, promovida pela recém-criada Associação Viver Tradições.

A iniciativa teve como principal objetivo dar as boas-vindas aos filhos da terra que regressam nesta altura do ano para passar férias junto da família, proporcionando-lhes um momento de convívio e reencontro com a comunidade.

O evento decorreu na sede da Junta de Freguesia de Monte Redondo, onde tradição, animação e convívio marcaram um dia que reuniu dezenas de participantes.

Promovida pela Associação Viver Tradições, recentemente criada, a sardinhada assumiu-se também como um momento de aproximação entre diferentes gerações e de reforço dos laços de quem vive na freguesia com aqueles que, apesar de residirem longe, continuam ligados à terra.

A vice-presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, Emília Cerdeira, marcou presença na iniciativa, destacando a importância deste tipo de atividades para fortalecer os laços entre gerações.

Para além da componente festiva, encontros desta natureza assumem também uma dimensão social, promovendo o contacto e a proximidade entre os membros da comunidade e contribuindo para combater situações de isolamento.

Entre sardinhas, tradição e reencontros, Monte Redondo celebrou assim o regresso daqueles que partiram, mas que continuam a encontrar na terra um lugar para voltar.

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O fim dos telemóveis nas escolas? A proibição poderá chegar ao 9.º ano.

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O Governo prepara-se para alargar a proibição da utilização de telemóveis nas escolas até ao 9.º ano de escolaridade, uma medida que poderá marcar uma mudança significativa na vida de milhares de alunos, professores e famílias.

A decisão surge depois dos resultados positivos registados com as restrições já aplicadas aos alunos do 1.º e do 2.º ciclos, tendo sido observadas melhorias ao nível da socialização, uma diminuição dos casos de bullying e uma redução das situações de indisciplina.

O ministro da Educação, Fernando Alexandre, já admitiu a possibilidade de a medida ser estendida aos alunos do 3.º ciclo, sublinhando que o Governo não colocará obstáculos ao seu avanço caso os benefícios se revelem evidentes.

Ao mesmo tempo, o movimento cívico «Menos Ecrãs, Mais Vida» tem defendido a necessidade de reforçar as restrições, argumentando que a existência de regras diferentes dentro do mesmo espaço escolar dificulta a sua aplicação e reduz a eficácia das medidas.

Apesar das limitações impostas ao uso de smartphones, continuam a existir exceções relacionadas com questões de saúde, necessidades pedagógicas ou dificuldades linguísticas devidamente reconhecidas pelas escolas.

A notícia tem gerado um intenso debate em todo o país, dividindo opiniões entre aqueles que consideram a medida essencial para promover a concentração e o convívio entre os jovens e os que defendem uma utilização mais equilibrada da tecnologia no contexto escolar.

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