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Santuário da Peneda ganha nova vida com requalificação de mais de 1,8 milhões de euros

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Presidente da Câmara acompanhou o andamento das obras que vão preservar e valorizar um dos mais emblemáticos monumentos religiosos de Portugal.

O Presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, Olegário Gonçalves, visitou recentemente as obras de reabilitação e requalificação do Santuário de Nossa Senhora da Peneda, acompanhando de perto o desenvolvimento de uma intervenção que representa um importante investimento na preservação do património histórico, religioso e cultural do concelho.

A visita, realizada na companhia de representantes da Confraria de Nossa Senhora da Peneda, permitiu acompanhar a evolução dos trabalhos, que decorrem de acordo com o planeamento previsto.

Nesta fase, encontram-se em execução as obras de conservação do Templo e de requalificação do Adro. Posteriormente, a intervenção avançará para a conservação e o restauro do Escadório das Virtudes, completando um projeto integrado destinado a preservar e dignificar um dos mais importantes santuários religiosos da região, classificado como Monumento Nacional.

Mais do que uma obra de conservação, este investimento pretende reforçar a valorização do Santuário da Peneda enquanto espaço de fé, cultura, turismo e desenvolvimento do território, contribuindo para a preservação de um património que constitui um símbolo maior de Arcos de Valdevez e do Alto Minho.

O Município de Arcos de Valdevez participa ativamente neste projeto, assegurando um apoio financeiro superior a 600 mil euros, num investimento global de 1.808.453,51 euros, financiado também por fundos comunitários, através do programa Norte 2030 – FEDER, e pela Confraria de Nossa Senhora da Peneda.

Com esta intervenção, o concelho reforça o seu compromisso com a valorização do património, garantindo que um dos seus mais icónicos monumentos continue a ser um local de referência para as gerações presentes e futuras.

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Atualidade

Depois da festa, o “mimo” ao Rio Vez: atletas voltam a limpar as margens

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Os atletas do Clube Náutico de Arcos de Valdevez voltaram a cumprir uma tradição que já se repete há vários anos: depois das festas em honra de Nossa Senhora da Lapa, dedicaram algum do seu tempo à limpeza das margens do Rio Vez.

A iniciativa decorreu no passado dia 11 de agosto, no percurso junto à vila, onde os atletas percorreram as margens do rio e recolheram resíduos, contribuindo para preservar um dos espaços naturais mais emblemáticos de Arcos de Valdevez.

Para o Clube Náutico, trata-se de um pequeno “mimo” ao Rio Vez e de uma forma simbólica de agradecer tudo aquilo que este proporciona ao longo do ano, quer enquanto espaço privilegiado para a prática desportiva, quer enquanto património natural profundamente ligado à comunidade arcuense.

A ação realiza-se habitualmente após as festas da Senhora da Lapa, período em que aumenta significativamente o movimento e a presença de pessoas nas zonas próximas do rio.

Para além da recolha de resíduos, o gesto procura também sensibilizar a população para a importância de preservar, cuidar e respeitar este recurso natural.

Mais do que uma simples ação de limpeza, a iniciativa evidencia a ligação especial entre o Clube Náutico de Arcos de Valdevez e o Rio Vez, reforçando o compromisso dos seus atletas com a proteção do património natural do concelho.

Um pequeno gesto que, ano após ano, se transformou numa tradição.

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Sardinhada juntou emigrantes e comunidade em Monte Redondo

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O mês de agosto voltou a ser sinónimo de regresso a casa e reencontro com as raízes em Arcos de Valdevez. Em Monte Redondo, dezenas de pessoas participaram numa Sardinhada do Emigrante, promovida pela recém-criada Associação Viver Tradições.

A iniciativa teve como principal objetivo dar as boas-vindas aos filhos da terra que regressam nesta altura do ano para passar férias junto da família, proporcionando-lhes um momento de convívio e reencontro com a comunidade.

O evento decorreu na sede da Junta de Freguesia de Monte Redondo, onde tradição, animação e convívio marcaram um dia que reuniu dezenas de participantes.

Promovida pela Associação Viver Tradições, recentemente criada, a sardinhada assumiu-se também como um momento de aproximação entre diferentes gerações e de reforço dos laços de quem vive na freguesia com aqueles que, apesar de residirem longe, continuam ligados à terra.

A vice-presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, Emília Cerdeira, marcou presença na iniciativa, destacando a importância deste tipo de atividades para fortalecer os laços entre gerações.

Para além da componente festiva, encontros desta natureza assumem também uma dimensão social, promovendo o contacto e a proximidade entre os membros da comunidade e contribuindo para combater situações de isolamento.

Entre sardinhas, tradição e reencontros, Monte Redondo celebrou assim o regresso daqueles que partiram, mas que continuam a encontrar na terra um lugar para voltar.

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O fim dos telemóveis nas escolas? A proibição poderá chegar ao 9.º ano.

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O Governo prepara-se para alargar a proibição da utilização de telemóveis nas escolas até ao 9.º ano de escolaridade, uma medida que poderá marcar uma mudança significativa na vida de milhares de alunos, professores e famílias.

A decisão surge depois dos resultados positivos registados com as restrições já aplicadas aos alunos do 1.º e do 2.º ciclos, tendo sido observadas melhorias ao nível da socialização, uma diminuição dos casos de bullying e uma redução das situações de indisciplina.

O ministro da Educação, Fernando Alexandre, já admitiu a possibilidade de a medida ser estendida aos alunos do 3.º ciclo, sublinhando que o Governo não colocará obstáculos ao seu avanço caso os benefícios se revelem evidentes.

Ao mesmo tempo, o movimento cívico «Menos Ecrãs, Mais Vida» tem defendido a necessidade de reforçar as restrições, argumentando que a existência de regras diferentes dentro do mesmo espaço escolar dificulta a sua aplicação e reduz a eficácia das medidas.

Apesar das limitações impostas ao uso de smartphones, continuam a existir exceções relacionadas com questões de saúde, necessidades pedagógicas ou dificuldades linguísticas devidamente reconhecidas pelas escolas.

A notícia tem gerado um intenso debate em todo o país, dividindo opiniões entre aqueles que consideram a medida essencial para promover a concentração e o convívio entre os jovens e os que defendem uma utilização mais equilibrada da tecnologia no contexto escolar.

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