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Sistelo

480 mil euros para a recuperação da derrocada de Sistelo

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Concluída a 1ª fase da obra, nomeadamente as obras de reposição e drenagem das águas pluviais da bacia hidrográfica, o Município pretende agora repor a “paisagem natural” que foi destruída, quer pela derrocada propriamente dita, quer pela posterior abertura dos caminhos de acessos às frentes de obra para os equipamentos e transporte dos materiais de construção.

Assim, foi consignada a recuperação da derrocada de Sistelo – Arcos de Valdevez– 2ª fase pelo valor de 475.72482 €, a qual irá repor, com rigor, a urografia, os socalcos (e seus suportes) as infraestruturas de rega e agrícolas – pré-existentes ao deslizamento de terras – garantindo a reconstituição da paisagem natural, declarada pela UNESCO como reserva mundial da biosfera e classificada como monumento nacional – Paisagem Cultural de Sistelo.

Membros da Junta de Freguesia e Executivo no terreno

De lembrar que o aluimento de terras ocorreu no lugar da Igreja, freguesia de Sistelo, tendo daí resultado uma “cratera” com 100 metros de extensão, 12 de metros de largura e cerca de seis metros de profundidade.

A Intervenção de Consolidação da Margem do Rio Vez Sistelo – Arcos de Valdevez” é cofinanciada pelo FEDER, Programa Operacional COMPETE2020, Portugal2020, “OT 13 – Promoção da recuperação da crise no contexto da pandemia de COVID-19 e preparação de uma recuperação ecológica, digital e resiliente da economia” com um Investimento Elegível de 1.335.600,00€ e Comparticipação Comunitária de 1.335.600,00€.

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Concelho

Sistelo reforça aposta verde com apoio do Governo

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Secretário de Estado da Agricultura visitou Sistelo para conhecer o projeto que valoriza os socalcos e incentiva a sustentabilidade através dos Serviços Ambientais e do Projeto de Carbono Florestal.

O Secretário de Estado da Agricultura, João Moura, esteve esta semana em Sistelo, no concelho de Arcos de Valdevez, para conhecer o projeto que a Câmara Municipal e a Junta de Freguesia pretendem desenvolver com o objetivo de reforçar a atividade agrícola local e preservar os emblemáticos socalcos e terrenos adjacentes.

A iniciativa baseia-se na implementação do pagamento por Serviços Ambientais (PSA) — medida que permitirá remunerar os agricultores pela manutenção do mosaico agroflorestal — e no Projeto de Carbono Florestal, que incidirá sobre uma área de 750 hectares, incluindo 150 hectares de reflorestação e 600 hectares de gestão ativa.

Estas ações visam conservar o património agrícola e paisagístico de Sistelo, aumentar a resiliência ao fogo e criar novas formas de rendimento sustentável, tanto através dos PSA como da comercialização de créditos de carbono.

Durante a visita, foi também celebrado um protocolo de colaboração entre a Câmara Municipal e a Associação Sócio-Cultural e Recreativa de Sistelo, destinado a apoiar a promoção, divulgação e realização de atividades recreativas e culturais.

Entre as iniciativas abrangidas pelo protocolo estão a Feira de Santiago, a Feira Tradicional Interfreguesias da Portela do Alvite, bem como a gestão e promoção do Centro Interpretativo da Paisagem Cultural Evolutiva Viva de Sistelo, instalado na Casa do Castelo, e a dinamização da atividade turística na freguesia.

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Sistelo

Orlando festejou 100 anos de vida com grande convívio

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A Junta de Freguesia de Sistelo juntou-se à celebração pelos 100 anos do Orlando. Sem dúvida uma data de suma importância, que foi festejada ao mais alto nível.

Familiares e amigos do Orlando fizeram questão do o acompanhar nesta celebração. Festejar cem anos não é para qualquer um e o Orlando demonstra que a idade é só um número. Continúa, como diriam os mais velho ‘enxuto’ e cheio de elegância.

Sem dúvida, um exemplo a seguir, uma grande admiração pelo Orlando.

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Sistelo

Um novo mercado em Arcos de Valdevez. Conheça-o!

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Foi inaugurado no passado domingo, 30 de outubro, o Mercado das Terras do Alto Vez, em Sistelo. Uma iniciativa que visa levar até aos consumidores os produtos dos produtores locais das Terras do Alto Vez proporcionando desta forma, uma maior interação entre os consumidores e os produtores, encurtando as cadeias de transporte dos produtos e tornando mais rentável a atividade da agricultura.

Este mercado reúne, em si, agricultores das dez freguesias que constituem as Terras do Alto Vez: Gondoriz, União de Freguesias de São Cosme, Vilela e Sá, Cabreiro, Sistelo, Loureda e Álvora, Extremo e Portela, Padroso, Sabadim, Rio de Moinhos, Eiras e Mei e que os últimos domingos de cada mês, irão deliciar os consumidores com os seus produtos biológicos de alta qualidade.

Mel e bolo de tacho de produção local
Produtos biológicos de alta qualidade
Mel puro de eucalipto

Para o Presidente da Junta de Sistelo, Sérgio Rodrigues: “o objetivo deste mercado é potenciar a agricultura tradicional e valorizar os produtores da terra . É  tentarmos valorizar este tipo de mercados para que as pessoas tenham algum incentivo não só para consumo próprio, mas para que consigam fazer disto um negócio”.

Aquilo que se pretende com este mercado é consolidar a confiança entre os consumidores e os produtores. Que as pessoas saibam aquilo que estão a comprar e das mãos de quem o estão a obter. Para Jorge Miranda, membro ativo movimento Slow Food “este mercado quer vir de encontro a uma estratégia que a UE quer implementar em toda Europa que é a ligação direta entre o agricultor e o consumidor. É a estratégia farm to fork (da quinta ao prato) que pretende diminuir ao máximo os canais que estão no meio deste processos na perspetiva de irmos ao encontro daquilo que é justo. Ou seja, não haver aqui três ou quarto partes que acabam por ficar com o valor máximo do negócio e que não se reflete em quase nada para o produtor”.

Este mercado também está na génese do movimento slow food, movimento que também  preza a ideia do coprodutor. Que não é mais do que o consumidor que se preocupa por saber de onde vem o produto, quais as origens, e as condições de produção daquilo que está a consumir.

Jorge Miranda e Sérgio Rodrigues
Broa de milho de produção caseira e tradicional
Grãos e vegetais biológicos

“Não há aqui selos de qualidade mas há a confiança de conhecermos o produtor e sabermos, de facto, de onde vêm os produtos que vamos consumir”.

Sérgio Rodrigues. Presidente da Junta de Freguesia de Sistelo

A ideia destes mercados é “que as pessoas se preocupem em consumir o que é nosso, que é genuíno e que tem qualidade. Todos nos enquanto consumidores temos essa obrigação. De olhar pelos nossos territórios e as nossas ações diárias são importantes para a manutenção destes territórios. Não é ficarmos só pelo discurso, temos de agir, e agir é isto. Vir aqui e contribuir para que os pequenos produtores consigam escoar os seus produtos, consigam valorizar, consigam ter rentabilidade e permitam que o território se mantenha ocupado”. Jorge Miranda.

Já para o para o presidente da Câmara Municipal, João Manuel Esteves: “esta é uma iniciativa de valorização dos produtos e dos produtores. É uma oportunidade para mostramos o que produz a terra, aquilo que fazemos bem. E também ajudar os produtores. Dando oportunidade às pessoas que por aqui passam de terem acesso a produtos da terra, a produtos bons, e às pessoas da terra (produtores) oportunidade de vender. Portanto, é uma aproximação. Aquilo que hoje em dia muito se fala das famosas cadeias curtas: ou seja ser do campo para o prato, ser rápido, e ao mesmo tempo amigo do ambiente porque reduz substancialmente a pegada ecológica. Por tanto temos aqui uma boa simbiose daquilo que é sustentável”, concluiu.

Diversificação alimentar de produção local
Autarca João Manuel Esteves
Jorge Miranda, Olegário Gonçalves, Sérgio Rodrigues, Paula Dias, João Manuel Esteves, Agostinho Gonçalves

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