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Atualidade

Dar a conhecer o Alto Minho além fronteiras

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Estando inserido numa área privilegiada, o Alto Minho é um pequeno tesouro ainda a desabrochar. Portugal é um país conhecido pela sua excelente gastronomia, por ser o ‘país mais tropical da Europa‘ e pelas suas magnificas e deslumbrantes paisagens. A ideia centralizada que o comum dos turistas costumava ter de Portugal está a mudar e existe uma razão para tal.

O Norte do nosso país está a ser uma zona cada vez mais reconhecida e procurada não só por empresários, mas também  por famílias que desejam viver num país que lhes ofereça qualidade de vida e acima de tudo, segurança. No passado mês de fevereiro, realizou-se, em Dubai, a International Property Show, um evento da área do imobiliário onde várias agências a nível mundial assistiram para dar a conhecer os seus territórios e os seus imóveis.

O Alto Minho também esteve representado nesta feira e a propósito deste evento, estivemos à conversa com Elvira Machado, da empresa Re/max grupo move que possui uma trajetória de anos dentro do ramo e que explicou temas fulcrais dentro do mundo imobiliário que, sem sombra de dúvidas, são cruciais para o desenvolvimentos dos territórios.

Portugal, desde há alguns anos é um território elegível para Golden Visa, também conhecidos como ‘vistos gold’, um processo que foi criado em 2012 com o objetivo de captar recursos e investidores para o país. Isso, mediante a concessão de uma Autorização de Residência especial para estrangeiros de fora da União Europeia, que tenham investido em Portugal

Através destes vistos o investidor usufrui de alguns privilégios, como a entrada no país com a dispensa de Visto de Residência, conseguindo, desta forma, pedir uma Autorização de Residência especial diretamente em Portugal.

“O território no qual estamos inseridos, o Alto Minho, mais especificamente Arcos de Valdevez e Ponte da Barca., são territórios de Golden Visa. São territórios que ainda não são muito conhecidos, mas que têm vindo a crescer na procura uma vez que o nosso trabalho tem sido na vertente de dar a conhecer estes territórios e demonstrar os benefícios que existem neles. Assim, contribuímos com a descentralização. Portugal é muito mais do que só Lisboa e Porto. Temos feito um bom trabalho de divulgação e o Alto Minho começa a ser agora um território procurado”, afirma Elvira Machado.

Para a agente, que possui anos de experiência na área “zonas como Arcos de Valdevez e Ponte da Barca têm imenso potencial e são territórios que oferecem tudo aquilo que os estrangeiros procuram: qualidade de vida, tranquilidade e segurança. É um bom território para viver e investir”. E este foi o intuito que os levou a participar no Dubai Property Show “ter uma oportunidade de dar a conhecer um território que ainda está livre para explorar, dando a conhecer os benefícios e as potencialidades e criar parcerias que permitam a captação de investidores”, afirma Elvira Machado.

Os vistos Gold, implementados no nosso pais desde o ano 2012, permitiram repovoar e dar novos ares de investimento às zonas mais a sul do país. Ao longo destes 11 anos as regras dos ‘Golden Visa’ foram mudando, face às mudanças do mercado e neste ano 2023 parece que, novamente, irão sofrer uma mudança.

“À partida, pelo que se prevê, os Golden Visa irão acabar em Portugal e, muito provavelmente, serão fechados na Europa. No entanto, continuarão a existir outro tipo de soluções que também permitam o investimento estrangeiro no país e que continuem a promover o repovoamento das zonas mas desertas do país com programas como o Visa D7, D2, Nómada Digital e o RNH (Residentes não Habituais)”, explica Elvira Machado.

Todos estes programas possibilitam a entrada em Portugal a cidadãos estrangeiros e a sua permanência em território nacional. Cada uma destas diversas formas de visto estão segmentadas e com diferentes regras para cada tipo de visa,  por exemplo os vistos D7 é uma opção interessante para estrangeiros que não sejam cidadãos da União Europeia e que tenham rendimentos próprios provenientes de pensão de reforma (aposentadoria), de bens móveis ou imóveis, de propriedade intelectual ou de aplicações financeiras e que queiram residir em Portugal, tendo como algumas das principais vantagens a possibilidade de reagrupamento familiar, de usufruir de um sistema de saúde qualificado e acessível, acesso ao direito e aos tribunais e ainda obter o Estatuto de Residente Não Habitual

Enquanto que o visto D2, por exemplo “é um visto para quem deseja empreender em Portugal, seja como autónomo ou ao abrir uma empresa própria”. Todos estes vistos possibilitam o repovoamento do país e permitem a vinda de estrangeiros que pretendam viver e investir no território nacional e, nomeadamente, no Alto Minho. Naquilo que chamamos de dinamização da economia portuguesa, um motor primordial da evolução dum país.

Esta dinamização trouxe, como consequência inevitável, mais pessoas a povoarem os territórios, e por isso, nos últimos anos, nomeadamente nas zonas urbanas de Alta Densidade, houve muitos protestos por parte dos cidadãos nacionais, pois sentiram imensas mudanças às quais não estavam habituados, contudo, deve-se ter em conta que os investimentos realizados pelos estrangeiros que usufruíram, em tempos, dos vistos gold, geraram um aumento significativo e positivo na economia Portuguesa, sendo que muitos sectores beneficiaram com esse fenómeno.

É muito provável que o fim dos Vistos Gold da forma como estavam implementados irá ser uma das medidas aprovadas e na mira do novo programa: “o governo pretende que os preços do mercado imobiliário abrandem, e assim, possibilitar mais oferta de arrendamento para o povo português”, contudo vão continuar a haver soluções e benefícios fiscais para os estrangeiros que queiram vir viver em Portugal, bem como, soluções rápidas para todos aqueles construtores que desejam construir e que não o fazem de forma célere por causa das burocracias que envolvem estes processos”, afirma Elvira Machado.

Investir em Portugal, nomeadamente na terra ou na pedra, será sempre o melhor investimento face a qualquer outro tipo de aplicação. Numa projeção a longo prazo, conseguimos analisar que o sector do investimento imobiliário tem uma linha de evolução positiva, mesmo que aconteçam quebras! Como afirma Elvira Machado “investir no tijolo será sempre o melhor lucro que possamos ter.”

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Associação Cultural e Desportiva de Grade celebra 20 anos de dedicação à comunidade

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A Associação Cultural e Desportiva de Grade assinalou, no passado domingo, o seu 20.º aniversário, celebrando duas décadas de trabalho contínuo em prol da comunidade local, marcado por dinamismo, proximidade e forte espírito associativo.

Fundada a 15 de fevereiro de 2006, a associação tem vindo a afirmar-se como um pilar da vida social, cultural e desportiva da freguesia de Grade, promovendo convívios, atividades culturais e iniciativas desportivas que envolvem todas as gerações — dos mais jovens aos mais idosos.

Ao longo destes 20 anos, a Associação Cultural e Desportiva de Grade tem desempenhado um papel fundamental no combate ao isolamento social, sobretudo da população sénior, ao mesmo tempo que incentiva a participação ativa dos mais novos, fortalecendo laços intergeracionais e o sentido de pertença à comunidade.

A celebração contou com a presença de associados, colaboradores, amigos e entidades convidadas, num momento de reconhecimento do percurso construído ao longo de várias direções, todas elas determinantes para o crescimento e consolidação da coletividade.

A associação deixou palavras de agradecimento a todos quantos, ao longo dos anos, contribuíram para manter viva esta dinâmica comunitária, destacando o empenho dos seus sócios, dirigentes, voluntários e parceiros locais, bem como o apoio institucional recebido, essencial para a melhoria das condições de trabalho e para o desenvolvimento de atividades com ambição e qualidade.

Vinte anos depois da sua fundação, a Associação Cultural e Desportiva de Grade continua a afirmar-se como um exemplo de associativismo ativo, mostrando que o trabalho em comunidade é um dos maiores motores de coesão social e de valorização do território.

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Associação Abraço da Ternura nasce em Giela para apoiar crianças e jovens com deficiência

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A Associação Abraço da Ternura foi oficialmente apresentada no passado domingo, no Largo do Souto, em Giela, afirmando-se como uma nova resposta de apoio a crianças e jovens com deficiência e/ou incapacidade, bem como às suas famílias.

Criada em janeiro deste ano, a associação tem como missão promover a inclusão social e comunitária, trabalhando para o desenvolvimento das capacidades individuais de cada criança e jovem. A médio e longo prazo, a Abraço da Ternura pretende também contribuir para a integração de pessoas com deficiência no meio comunitário e no mercado de trabalho.

A sessão de apresentação contou com a presença de membros da direção, pais, amigos e representantes locais, refletindo desde o primeiro momento o envolvimento da comunidade em torno desta nova causa social. A associação é presidida por Carlos Alberto Fernandes, que sublinhou a importância de criar respostas humanas, próximas e ajustadas às necessidades reais das famílias.

A iniciativa contou ainda com a presença institucional do Município de Arcos de Valdevez, representado pelas vereadoras Marlene Barros e Angélica Costa Leite, bem como por elementos do executivo da União de Freguesias, que se associaram simbolicamente ao momento.

A Abraço de Ternura nasce com o propósito claro de construir uma comunidade mais inclusiva, assente no respeito pela diferença, na valorização das capacidades individuais e no apoio próximo às famílias, reforçando a rede solidária existente no concelho.

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Comunidade arcuense nos EUA apoia mulheres vítimas de violência

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A solidariedade e o espírito de união da comunidade arcuense voltaram a fazer-se sentir além-fronteiras, através de uma iniciativa promovida pela Amigos do Vale USA. Sob a liderança da sua presidente, Lillian Cerqueira, foi organizada uma festa solidária com o objetivo de angariar fundos para apoiar mulheres vítimas de violência doméstica.

O valor angariado reverteu a favor do Cruz Vermelha Portuguesa – Núcleo de Arcos de Valdevez, contribuindo para o reforço do apoio prestado a situações de especial vulnerabilidade no concelho.

O evento contou com uma forte adesão da comunidade e com a presença institucional de Pedro Soares da Silva, presidente da Cruz Vermelha local, de Olegário Gonçalves, presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, e do reverendo pároco da freguesia do Vale, Belmiro Amorim, que se associaram à causa e elogiaram publicamente a importância da iniciativa.

Na sua mensagem de agradecimento, Lillian Cerqueira destacou o envolvimento de vários elementos da comunidade portuguesa nos Estados Unidos, sublinhando o contributo de Tino Resende e da sua equipa, que colaboraram voluntariamente na cozinha, bem como de Jorge Mendes e respetiva equipa, responsáveis pela organização do espaço e pelo serviço durante o evento.

Foi igualmente deixado um reconhecimento especial à Casa do Minho, pela sua permanente disponibilidade e contributo solidário.

Entre os membros dos Amigos do Vale USA, foram ainda destacados Manuel Cerqueira, Piedade Cerqueira e Maria Rocha Soares, pelo empenho, dedicação e inúmeras horas de trabalho na mobilização de recursos que garantiram o sucesso desta ação.

Esta iniciativa volta a demonstrar que a distância não enfraquece os laços à terra natal nem o compromisso com quem mais precisa. O trabalho desenvolvido pelos Amigos do Vale USA é um exemplo inspirador de associativismo, solidariedade e responsabilidade social, com impacto direto na vida de quem enfrenta situações de maior fragilidade.

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