Atualidade
Origens: uma deliciosa viagem pelo Alto Minho!

O restaurante Origens, em Ponte de Lima, foi recentemente inaugurado (outubro 2022), depois do sucesso do seu ‘irmão gémeo’ o Origens de Arcos de Valdevez. Marco Sousa e Luís Canossa já estavam unidos pela amizade e agora, unidos no sucesso do restaurante que foi criado para enaltecer o bom nome da gastronomia do Alto Minho, apresentada de uma forma mais moderna.
Os jovens empresários juntaram-se para criar um conceito inovador, ligado à corrente gastronómica do fine dining (comida requintada), mas com preços acessíveis e sem nunca descurar a qualidade encontrada na gastronomia desta região bem ao norte de Portugal. Utilizando produtos da região do Alto Minho para a confeção dos pratos mais típicos, mas com um estilo sofisticado.
Para Marco e Luís era sumamente importante conseguirem abrir um espaço de restauração que primasse pela inovação “nós queríamos implementar um conceito que há dois, três anos atrás, só se encontravam nas grandes cidades. E nós, através de viagens pessoais, e de pesquisa, sempre tivemos aquela tendência ‘um bocado maluca’, de descentralizar aqueles conceitos e trazê-los, inicialmente, para Arcos de Valdevez e mais recentemente, para Ponte de Lima”.
Queriam dar uma ‘marca especial’ à gastronomia da região e o que é que fizeram? “pegamos em produtos existentes no Minho, em cada uma destas vilas, os produtos mais conhecidos, os mais identificativos, aqueles com mais história, e inserimó-los nos nossos pratos”.
Garantem que aquilo que pretendem quando o cliente os visita é conseguirem proporcionar “uma experiência completa. Que não venham cá só para almoçar ou jantar. Aquilo que pretendemos é que cada um dos nossos clientes, através da comida, consiga ter uma viagem pelo Alto Minho. Porque o nosso menú –tanto de cozinha como de bar– foi criado para isso. Para proporcionar experiências. E esse é o nosso ponto diferencial”.
E foi neste aspeto diferenciador que se basearam para a criação do conceito de ‘cocktelaria’ que pode encontrar no Origens de Ponte de Lima “temos pessoas credenciadas nesta área dos cocktails, e uma cozinha só para a criação dos produtos que utilizamos na sua confeção. Todos os nossos cocktails são feitos com produtos naturais, com estudo. Tudo feito de raiz, com aproveitamento de produtos alimentares. É toda uma ciência. Tudo é feito aqui: reduções, licores e xaropes”.
E toda esta magia utilizada para a criação dos cocktails é feita pelo Rui Mendes, quem é responsável/ chefe bar de Ponte Lima, e pelo Rui Pereira, Bar Manager do grupo Origens (Arcos de Valdevez e Ponte de Lima). “É graças a eles, à sua experiência e conhecimento que foi possível introduzir o conceito de cocktelaria no mundo da restauração em Ponte de Lima”.
Marco e Luís, desde o início pretenderam descentralizar os conceitos de restauração que só se encontravam nas grandes cidades e conseguiram “implementá-los nas nossas vilas e regiões mais interiores trabalhando -sempre- com produtos locais, com produtores locais, produtos do Minho. Aqui no Origens, por exemplo, os vinhos que apresentamos na nossa carta são vinhos só da nossa região. Só assim faz sentido”.
No Origens tudo tem uma linha condutora, tudo está pensado ao pormenor “aquilo que os nossos clientes encontram num prato podem encontrar também em um cocktail. Foi um ano inteiro de pesquisa, de estudo, para conseguir chegar onde chegamos a nível gastronómico. Para ter todo este encaixe perfeito entre cozinha e bar”.
É importante ressalvar que todo o staff que trabalha no grupo Origens são pessoas com formação na área da hortelaria e restauração “não quer dizer que pessoas sem formação não possam vir a ser bons profisionais, mas ter pessoas qualificadas na área é aquilo que nos permite garantir um bom serviço”.
O Origens de Ponte de Lima é um conceito diferente e diferenciador. Um conceito que demonstra que a comida tradicional pode ser apresentada doutra forma “podemos recriar as comidas com qualidade. E é isto que também fascina as pessoas, a maneira que nós temos de recriar os pratos. Por exemplo, como fizemos com o croquete de cozido à portuguesa. É um croquete, normal, tradicional, como aqueles de carne, só que o recheio é todo ele feito com os ingredientes do cozido à portuguesa”.
É todo um conceito que proporciona ao cliente uma viagem pela gastronomia da região. O menú (tanto de cozinha, como de bar) está divido em três partes, que representam as três zonas nas quais se divide a região: Alto Minho, Cavado e Ave
e é através desta divisão que o cliente, mediante o prato ou o cocktail que escolher, poderá conhecer cada uma das regiões do Alto Minho com os seus produtos e sabores. Cada prato e cada cocktail representa uma zona do Alto Minho e está confecionado com produtos dessa região. É esse o nosso ponto diferenciador”.
Comer no Origens de Ponte de Lima é embarcar numa viagem pelo Alto Minho, através de uma ementa que desperta sentimentos e constrói memórias.
Atualidade
Foi aqui que tudo começou: antiga escola de Vilela juntou mais de 140 pessoas
A antiga escola primária de Vilela voltou a encher-se de pessoas, histórias e memórias. Mais de 140 participantes juntaram-se na segunda edição do encontro “Onde Tudo Começou”, uma iniciativa intergeracional que pretende recuperar recordações e fortalecer os laços entre a comunidade.
O convívio realizou-se na antiga escola primária de Vilela, na União das Freguesias de Vilela, S. Cosme e S. Damião e Sá, um espaço que atualmente acolhe a sede da Junta de Freguesia, mas que continua intimamente ligado às memórias de infância de muitos habitantes.
Foi precisamente essa ligação entre o espaço e as diferentes gerações que voltou a servir de ponto de encontro para uma iniciativa que procura recordar histórias, reencontrar pessoas e manter viva a memória coletiva da freguesia.
Organizado por um grupo de voluntários, o “Onde Tudo Começou” chegou este ano à sua segunda edição e reuniu mais de 140 pessoas num convívio marcado pela partilha e pela animação.
O programa incluiu jogos tradicionais, concertinas e música com DJ, proporcionando momentos de diversão entre participantes de diferentes idades.
O presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, Olegário Gonçalves, marcou presença na iniciativa e destacou a importância deste tipo de encontros para o reforço dos laços comunitários e para a promoção do convívio entre gerações.
Também estiveram presentes o presidente da União das Freguesias, José Carlos Faria, e vários elementos do executivo.
Mais do que regressar à antiga escola, o encontro permitiu regressar às histórias de quem ali cresceu e viveu parte da infância — fazendo jus ao nome de uma iniciativa que procura recordar, precisamente, “Onde Tudo Começou”.
Atualidade
Depois da festa, o “mimo” ao Rio Vez: atletas voltam a limpar as margens
Os atletas do Clube Náutico de Arcos de Valdevez voltaram a cumprir uma tradição que já se repete há vários anos: depois das festas em honra de Nossa Senhora da Lapa, dedicaram algum do seu tempo à limpeza das margens do Rio Vez.
A iniciativa decorreu no passado dia 11 de agosto, no percurso junto à vila, onde os atletas percorreram as margens do rio e recolheram resíduos, contribuindo para preservar um dos espaços naturais mais emblemáticos de Arcos de Valdevez.
Para o Clube Náutico, trata-se de um pequeno “mimo” ao Rio Vez e de uma forma simbólica de agradecer tudo aquilo que este proporciona ao longo do ano, quer enquanto espaço privilegiado para a prática desportiva, quer enquanto património natural profundamente ligado à comunidade arcuense.
A ação realiza-se habitualmente após as festas da Senhora da Lapa, período em que aumenta significativamente o movimento e a presença de pessoas nas zonas próximas do rio.
Para além da recolha de resíduos, o gesto procura também sensibilizar a população para a importância de preservar, cuidar e respeitar este recurso natural.
Mais do que uma simples ação de limpeza, a iniciativa evidencia a ligação especial entre o Clube Náutico de Arcos de Valdevez e o Rio Vez, reforçando o compromisso dos seus atletas com a proteção do património natural do concelho.
Um pequeno gesto que, ano após ano, se transformou numa tradição.
Atualidade
Equipa feminina do FC Porto escolheu Arcos para preparar nova temporada
A equipa feminina do FC Porto voltou a escolher Arcos de Valdevez para realizar o estágio de preparação para a nova temporada, reforçando a presença do concelho no mapa dos destinos procurados para estágios desportivos.
A formação portista permaneceu em Arcos de Valdevez durante cinco dias, entre 28 de julho e 1 de agosto, período em que desenvolveu o seu plano de preparação antes do arranque da época oficial.
Durante o estágio, as jogadoras recorreram às infraestruturas desportivas do concelho para desenvolver trabalho físico, técnico e tático, aproveitando também as condições proporcionadas pelo território.
Arcos ganha espaço no turismo desportivo
A passagem do FC Porto pelo concelho insere-se numa aposta mais abrangente de Arcos de Valdevez no turismo desportivo.
Nos últimos anos, o concelho tem recebido equipas nacionais e internacionais para a realização de estágios, beneficiando da conjugação entre infraestruturas desportivas, espaços naturais, tranquilidade e capacidade de acolhimento.
A presença destas equipas representa também um impacto que ultrapassa a vertente estritamente desportiva. Os estágios implicam a utilização de unidades hoteleiras, restauração e comércio local, contribuindo para a dinamização da economia do concelho.
A nova passagem da equipa feminina do FC Porto por Arcos de Valdevez reforça, assim, a estratégia de afirmação do território como destino para a preparação de equipas e realização de estágios desportivos.
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