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Cultura

Santuário da Peneda realiza a sua Romaria: “a mais fascinante e genuina do Alto Minho”

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Na primeira semana de setembro, como manda a tradição, realizar-se-á, a Romaria da Nossa Senhora Peneda, considerada uma das Romarias ‘mais fascinante e genuinas do Alto Minho”, uma das ‘peregrinações marianas maiores e de mais tradição nesta região de Portugal.

A apresentação oficia da Romaria, realizou-se esta quarta-feira, 23 de agosto, com João Manuel Esteves, presidente C. M de Arcos de Valdevez, com o Padre Luciano Forte, Comissário para a Confraria de Nossa Senhora da Peneda e também, com o Padre César Maciel, Reitor do Santuário da Nossa Senhora da Peneda.

Este ano a Romaria terá de regresso o tradicional ‘Beijo à Senhora’, que ocorrerá no dia 06 de setembro, tradição onde os assistentes beijam a imagem de Nossa Senhora, tradição que não se realizava há quase três anos, consequência da pandemia.

Outro dos pontos altos desta Romaria será o concerto da Ana Bacalhau, no Santuário, na noite de sábado, 02 de setembro (21h00) com as ‘Músicas à Senhora’.

Serão nove de dias de fé e devoção, onde além da essência religiosa e contemplativa da Romaria, os visitantes encontram, de igual modo, um fabuloso património arquitectónico, histórico e cultural.

as pessoas não passam pela Peneda, vão à Peneda. Porque querem lá ir, porque gostam de lá ir”

João Manuel esteves. pRESIDENTE CÂMARA MUNICIPAL ARCOS DE VALDEVEZ

Atualmente o Santuário da Peneda encontra-se à espera de ser classificado como Monumento Nacional de Portugal, já com o parecer favorável da Secretária de Estado e, de igual forma, a Romaria da Nossa Senhora da Peneda está inscrita para ser incluída no Inventário Nacional do Património Cultural, também possuindo parecer favorável.

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Cultura

Estamos a perder a capacidade de pensar? Novo livro deixa alerta inquietante

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Num mundo onde as notificações não param e os estímulos digitais dominam o dia a dia, surge um livro que promete abalar consciências e lançar um debate urgente sobre a forma como vivemos.

“Homo Reactivus: Consequências da Cibercultura para um Novo Mundo”, da autoria do investigador arcuense Pedro Rodrigues Costa, chega às livrarias com uma mensagem clara: estamos cada vez mais a substituir a ação pela reação — e isso pode ter consequências profundas na nossa sociedade.

A obra, publicada pela Edições Húmus, parte de uma ideia reforçada pelo World Happiness Report 2026: uma atitude ativa está diretamente ligada a maiores níveis de bem-estar. No entanto, a realidade atual parece seguir na direção oposta.

Vivemos numa era marcada por respostas rápidas, impulsivas e muitas vezes condicionadas por algoritmos, redes sociais e até inteligência artificial. Segundo o autor, esta “cultura da reatividade” está a moldar comportamentos e a limitar a capacidade crítica, autónoma e consciente dos indivíduos.

Mais do que uma simples análise, o livro levanta um alerta sério: quando as pessoas passam a viver sobretudo em modo de reação — frequentemente influenciadas por conteúdos pensados para consumo rápido ou manipulação — diminui o espaço para o pensamento profundo e para a ação intencional.

Entre os conceitos abordados, destaca-se o chamado “brain rot” (ou “podridão cerebral”), associado a um possível declínio cognitivo. O impacto pode estender-se a várias áreas da vida, desde a aprendizagem às relações sociais, levantando até a hipótese de um retrocesso civilizacional.

A obra analisa ainda o papel das plataformas digitais na captura de atenção e na criação de novas formas de poder — descritas como “psicopoder” — que influenciam comportamentos, opiniões e decisões à escala global.

Num tempo em que parar para pensar se tornou quase um luxo, este livro surge como um verdadeiro alerta — e, acima de tudo, como um desafio a voltar a assumir o controlo da nossa própria vida.

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Cultura

Sons de Vez 2026 traz grandes nomes da música portuguesa

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À porta de celebrar quase 25 anos de história, o Sons de Vez regressa em 2026 a Arcos de Valdevez com um cartaz fechado que reúne alguns dos maiores nomes da música portuguesa, reafirmando-se como o festival mais antigo dedicado exclusivamente à música feita em Portugal.

Reconhecido como um verdadeiro baluarte da cultura e da identidade sonora contemporânea, o Sons de Vez apresenta, nesta edição, oito datas e 14 projetos musicais, distribuídos por oito sábados, entre 7 de fevereiro e 28 de março, na Casa das Artes de Arcos de Valdevez.

A abertura do festival acontece a 7 de fevereiro, com o regresso de Tiago Bettencourt, uma referência incontornável da música nacional. A primeira parte do concerto estará a cargo do Rui Fernandes Quarteto, com destaque para a viola tradicional.

O mês de fevereiro prossegue a 14 de fevereiro com o ritmo irreverente dos Retimbrar, antecedidos por Homem em Catarse, que celebra dez anos de carreira. A 21 de fevereiro, o palco é ocupado pelo talento feminino de Milhanas, seguida da soul-pop de Daniela Galhoz. Fevereiro encerra, a 28, com A garota não e a estreia em Portugal da norte-americana Amy Rigby.

Em março, o Sons de Vez mantém o ritmo com mais seis propostas. A 7 de março sobe ao palco Carlão, seguindo-se, a 14 de março, a última digressão dos PAUS, acompanhados por MONCHMONCH. A 21 de março, os Best Youth regressam ao festival com novo trabalho, antecedidos pelos italianos Ardours. O encerramento acontece a 28 de março, com os históricos Delfins.

Todos os concertos realizam-se às 22h00. Os bilhetes têm valores entre 10€ e 12€, estando disponíveis para compra no primeiro dia útil da semana de cada espetáculo, na Casa das Artes ou online, através da Ticketline.

AGENDA – SONS DE VEZ 2026

  • 07 fevereiro – Tiago Bettencourt + Rui Fernandes Quarteto
  • 14 fevereiro – Retimbrar + Homem em Catarse
  • 21 fevereiro – Milhanas + Daniela Galhoz
  • 28 fevereiro – A garota não + Amy Rigby
  • 07 março – Carlão
  • 14 março – PAUS + MONCHMONCH
  • 21 março – Best Youth + Ardours
  • 28 março – Delfins
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Cultura

Professor Filipe Alves Machado lança livro dedicado a Teixeira de Queiroz

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O professor e investigador arcuense Filipe Alves Machado vai lançar, no próximo sábado, 10 de janeiro, o livro A (Est)ética de Teixeira de Queiroz, um ensaio dedicado à análise da obra de Francisco Teixeira de Queiroz (1848–1919), figura marcante da vida política, empresarial e literária portuguesa.

A apresentação da obra terá lugar pelas 16h00, na Biblioteca Municipal Tomaz de Figueiredo, e contará com a intervenção da Professora Doutora Isabel Pires de Lima, docente universitária e antiga Ministra da Cultura.

Resultado de um trabalho de investigação desenvolvido ao longo de várias décadas, A (Est)ética de Teixeira de Queiroz constitui o terceiro estudo de Filipe Alves Machado dedicado a esta personalidade, aprofundando a leitura crítica e estética da sua produção literária e intelectual.

Entre os trabalhos anteriores do autor destaca-se Teixeira de Queiroz para Néscios, uma obra de carácter pedagógico, pensada para aproximar o público mais jovem da vida e obra do escritor.

A iniciativa insere-se na programação cultural do Município de Arcos de Valdevez, promovendo a valorização do património literário e intelectual e incentivando o debate cultural e académico no concelho.

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